- O Ministério da Defesa da Índia negou a afirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre um cessar-fogo mediado por seu governo no conflito com o Paquistão.
- O ministro da Defesa, Rajnath Singh, afirmou que a pausa nas operações foi uma decisão autônoma da Índia, após cumprir objetivos militares.
- A declaração foi feita durante um debate sobre o ataque em Pahalgam, que matou 26 turistas em abril.
- Singh também refutou alegações do Paquistão sobre a derrubada de aviões indianos, garantindo que todos os projéteis foram interceptados.
- O exército indiano anunciou a morte de três terroristas em Caxemira, suspeitos de envolvimento no ataque em Pahalgam.
O Ministério da Defesa da Índia refutou a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um cessar-fogo mediado por seu governo no conflito com o Paquistão. O ministro Rajnath Singh declarou que a pausa nas operações foi uma decisão autônoma da Índia, após o cumprimento de objetivos militares. A declaração ocorreu durante um debate parlamentar sobre o ataque em Pahalgam, que resultou na morte de 26 turistas em abril.
Singh enfatizou que a Índia não cedeu a pressões externas e que a interrupção das operações foi uma estratégia própria, após a realização de “Operação Sindoor”, que visava destruir infraestruturas terroristas no Paquistão. Ele afirmou que mais de 100 terroristas foram eliminados durante os ataques, que duraram apenas 22 minutos. O ministro também mencionou que a decisão de suspender as operações ocorreu após um pedido do diretor-geral de operações militares do Paquistão, que solicitou um alívio.
Durante a sessão, líderes da oposição questionaram a veracidade das alegações do Paquistão sobre a derrubada de cinco aviões indianos. Singh negou essas afirmações, assegurando que todos os projéteis foram interceptados e que não houve danos a instalações militares indianas. Ele ainda alertou que as forças armadas indianas estão preparadas para retomar ações militares se houver novas provocações por parte do Paquistão.
Recentemente, o exército indiano anunciou a morte de três terroristas em um confronto em Caxemira, que seriam suspeitos do ataque em Pahalgam. A investigação anterior indicou que os militantes pertenciam ao grupo Lashkar-e-Taiba, classificado como terrorista pela ONU.
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