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Índia elimina militantes responsáveis pela morte de turistas em Caxemira

Forças indianas eliminam três militantes responsáveis pela morte de 26 civis em Caxemira, intensificando as tensões regionais.

O Ministro do Interior, Amit Shah, discursou na câmara baixa do parlamento indiano na terça-feira. (Foto: Sansad TV/ANI)
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  • Três militantes envolvidos no ataque que matou 26 civis em Caxemira foram mortos em uma operação das forças indianas.
  • O anúncio foi feito pelo ministro do Interior da Índia, Amit Shah.
  • Os militantes foram identificados como Suleiman Shah, Afghan e Jibran, supostos membros do grupo Lashkar-e-Taiba.
  • A operação ocorreu nas proximidades de Srinagar no dia 16 de outubro.
  • O ataque de abril, que teve como alvo turistas hindus, intensificou as tensões entre Índia e Paquistão, que nega apoiar os militantes.

Três militantes envolvidos no massacre de 26 civis em Caxemira foram mortos em uma operação das forças indianas, conforme anunciou o ministro do Interior da Índia, Amit Shah. O ataque, que ocorreu em abril, teve como alvo principalmente turistas hindus e intensificou as tensões entre Índia e Paquistão.

A operação foi realizada na segunda-feira, 16 de outubro, nas proximidades de Srinagar. Shah afirmou que os militantes foram identificados como Suleiman Shah e Afghan, ambos supostos membros do grupo militante Lashkar-e-Taiba, e um terceiro, Jibran. A identidade dos homens foi confirmada por testes forenses e balísticos, segundo o ministro.

O ataque de abril, um dos mais mortais na região em anos, deixou 26 mortos, incluindo turistas e um tratador de pôneis que tentou ajudar as vítimas. Após o massacre, a Índia acusou o Paquistão de apoiar os militantes, uma alegação que Islamabad nega. Em resposta ao ataque, a Índia lançou uma série de operações militares contra alvos no Paquistão e na Caxemira administrada pelo Paquistão, resultando em confrontos intensos.

A investigação do ataque foi transferida para a Agência Nacional de Investigação (NIA) logo após o ocorrido. Shah defendeu a rapidez da operação que levou à morte dos militantes, apesar das críticas sobre a segurança na região. Líderes da oposição questionaram a eficácia do governo em garantir a segurança dos cidadãos e a presença de forças de segurança no local do ataque.

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