- Paulo Sérgio de Lima foi condenado a 25 anos e três meses de prisão por homicídio tentado, sequestro e cárcere privado.
- O julgamento ocorreu na noite de terça-feira, 12 de março de 2024, após um ataque a um ônibus na Rodoviária Novo Rio.
- Durante o ataque, Lima disparou contra passageiros e manteve 14 reféns por três horas, resultando em duas pessoas feridas.
- A juíza Lúcia Glioche absolveu Lima da acusação de disparo de arma de fogo.
- O caso gerou grande repercussão, levantando discussões sobre segurança pública em transportes coletivos.
O IV Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou Paulo Sérgio de Lima a 25 anos e três meses de prisão por homicídio tentado, sequestro e cárcere privado. O julgamento ocorreu na noite de terça-feira, 12 de março de 2024, após Lima ter atacado um ônibus na Rodoviária Novo Rio, onde disparou contra passageiros e manteve 14 reféns por três horas.
Durante o ataque, duas pessoas foram feridas. Bruno Lima Soares, atingido no tórax e no abdômen, ficou internado por quase dois meses. Carlos Felipe Sanglard Torres sofreu ferimentos no rosto e no pescoço devido a estilhaços de vidro. A juíza Lúcia Glioche, ao anunciar a sentença, destacou que Lima foi absolvido da acusação de disparo de arma de fogo, mas condenado por todas as outras imputações.
Após o ataque, Lima se entregou às autoridades, com a ajuda de negociadores do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A ação rápida da funcionária da rodoviária, Patrícia Gomes, foi crucial para prestar os primeiros socorros a Bruno, que estava gravemente ferido. Ela utilizou sua blusa para estancar o sangue até a chegada da equipe médica.
O caso gerou grande repercussão na sociedade e na mídia, levantando discussões sobre segurança pública e a proteção de passageiros em transportes coletivos. A condenação de Lima é um desdobramento importante em um episódio que chocou a população e evidenciou a necessidade de medidas mais eficazes para garantir a segurança nas rodoviárias e outros espaços públicos.
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