- O Serviço Secreto dos Estados Unidos abriu uma investigação após um agente tentar levar sua esposa, membro da Força Aérea, em uma missão com o presidente Donald Trump à Escócia.
- O incidente foi descoberto antes da decolagem, quando a mulher recebeu informações sobre a operação.
- O agente, lotado em Dallas, transportou a esposa até Maryland, onde ela recebeu instruções de segurança.
- A mulher conseguiu embarcar em um ônibus para a base militar Joint Base Andrews, mas foi identificada antes de entrar na aeronave.
- O porta-voz Anthony Guglielmi afirmou que não houve impacto nas operações de segurança durante a viagem, que mobilizou dezenas de agentes e atiradores de elite.
O Serviço Secreto dos Estados Unidos iniciou uma investigação após um incidente de segurança que envolveu um agente tentando levar sua esposa, que é membro da Força Aérea, em uma missão com o presidente Donald Trump à Escócia. O caso veio à tona quando a mulher foi descoberta antes da decolagem, após ter recebido informações sobre a operação.
O agente, lotado em Dallas, transportou a esposa até Maryland, onde ela recebeu instruções sobre a segurança da viagem. A mulher conseguiu embarcar em um ônibus destinado ao saguão de visitantes da base militar Joint Base Andrews, mas foi identificada antes que pudesse embarcar na aeronave. O Serviço Secreto confirmou que o agente havia sido alertado sobre a proibição de levar a esposa na missão.
Em nota, o porta-voz Anthony Guglielmi afirmou que “não houve impacto” nas operações de segurança durante a viagem. A comitiva de Trump, que se dirigiu ao campo de golfe Turnberry, mobilizou dezenas de agentes, atiradores de elite e policiais britânicos para garantir a segurança do presidente.
Este incidente ocorre em um contexto de críticas ao Serviço Secreto, que já enfrentou questionamentos por falhas de segurança. Em setembro do ano passado, a agência admitiu que não realizou varreduras adequadas em um evento onde um atirador se posicionou com um fuzil, levantando preocupações sobre a capacidade da agência em proteger figuras públicas em um cenário de crescente violência política.
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