- O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é criticado por sua postura em relação às tarifas comerciais dos Estados Unidos.
- O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da gestão Bolsonaro, afirmou que Eduardo está “fora da realidade” e pediu ações do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) contra ele.
- Santos Cruz destacou que a condição imposta por Eduardo, que liga tarifas a decisões judiciais, é inaceitável e que ele não tem autoridade para isso.
- O general expressou preocupação com a influência de Eduardo nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e lamentou a situação das Forças Armadas.
- Santos Cruz também criticou a tentativa de Eduardo de sabotar a delegação brasileira que está nos Estados Unidos, pedindo um posicionamento firme do Congresso.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) enfrenta críticas severas por sua postura em relação ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos. O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da gestão Bolsonaro, afirmou que o deputado está “fora da realidade” e agindo em um “modo Hollywood”. Santos Cruz pediu ações do Congresso e do STF contra Eduardo, ressaltando a gravidade de suas declarações.
Em entrevista à Coluna do Estadão, o general expressou preocupação com a influência de Eduardo nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Ele destacou que a condição imposta pelo deputado, que liga tarifas a decisões judiciais, é inaceitável. “Ele não tem autoridade nenhuma para isso”, afirmou Santos Cruz, enfatizando que a questão tarifária deve ser tratada internamente, sem imposições externas.
O ex-ministro lamentou a situação das Forças Armadas, que, segundo ele, não perderam credibilidade devido a processos no STF. Santos Cruz criticou a presença de generais como réus, afirmando que muitos foram “tragados por um tsunami político”. Ele também mencionou a importância de o Congresso agir para não se desmoralizar diante de tais declarações.
Além disso, o general comentou sobre a delegação brasileira que está nos EUA, composta por parlamentares de diferentes partidos, e a tentativa de Eduardo de sabotar essa missão. “O nosso Congresso também tem que tomar providência”, alertou, destacando a necessidade de um posicionamento firme diante de ações que possam comprometer a soberania nacional.
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