O processo de extradição da deputada federal licenciada Carla Zambelli está em andamento, mas não há um prazo definido para sua conclusão. O Brasil fez o pedido à Itália em 12 de junho, e agora a solicitação está sendo analisada por um tribunal italiano. O tribunal irá decidir se Zambelli será extraditada, levando em conta a documentação e a condenação dela por invasão de dispositivo eletrônico. Se a extradição for aprovada, a Polícia Federal do Brasil irá buscá-la na Itália, podendo usar um voo comercial ou uma aeronave própria. Zambelli foi presa em Roma no dia 29 de agosto, após ser monitorada. Antes de ser capturada, ela tentou apoio de políticos italianos, questionando por que as autoridades não a encontraram antes. A situação continua em desenvolvimento, com foco nas decisões judiciais na Itália.
O processo de extradição da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) está em andamento, mas sem prazo definido para conclusão. O pedido do Brasil foi enviado ao governo italiano em 12 de junho e agora aguarda análise judicial. O Ministério do Interior da Itália, responsável por questões semelhantes ao Ministério da Justiça brasileiro, recebeu a solicitação e a distribuiu a um tribunal.
Após a prisão de Zambelli, o tribunal avaliará se existem condições para a extradição, considerando a documentação e a condenação por invasão de dispositivo eletrônico. A decisão do tribunal é crucial, pois, se aceita, o processo retorna ao Ministério do Interior, que notifica a Farnesina, responsável pelas relações diplomáticas, e a Embaixada do Brasil na Itália.
Etapas do Processo
Se a extradição for autorizada, inicia-se a fase logística, onde a Polícia Federal brasileira se encarrega de buscar a deputada na Itália. Os agentes decidirão se a transferência ocorrerá em voo comercial ou em aeronave própria da PF. Zambelli foi presa em 29 de agosto, às 16h40, em Roma, após ser monitorada e ter seu novo endereço descoberto. A informação foi confirmada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e pela Interpol.
Antes de sua prisão, Zambelli buscou apoio de congressistas italianos, levantando questões sobre a eficácia das autoridades em localizá-la. O advogado da deputada questionou: “Se sabiam onde ela estava, por que não buscaram antes?” A situação continua a se desenvolver, com a atenção voltada para as decisões judiciais na Itália.
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