- Bruno Santana, conhecido como “Kross”, foi preso em Praia Grande, São Paulo, em uma operação das polícias de Minas Gerais e São Paulo.
- A prisão ocorreu na manhã de sexta-feira, 18, após ele estar foragido desde 2020, quando atentados contra policiais penais aconteceram em Uberlândia, Minas Gerais.
- Durante a operação, foram apreendidos três celulares, 43 gramas de maconha e uma carteira de habilitação falsa.
- “Kross” se identificou com um nome falso, resultando em autuação por falsa identidade. Ele exercia uma função de comando dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
- As investigações apontam que os atentados de 2020 foram planejados pela cúpula do PCC como retaliação a policiais penais. A operação visou desarticular ramificações da facção na região.
Bruno Santana, conhecido como “Kross”, um dos líderes do PCC, foi preso em Praia Grande, SP, durante uma operação conjunta das polícias de Minas Gerais e São Paulo. A prisão ocorreu na manhã de sexta-feira, 18, após ele estar foragido desde 2020, quando atentados contra policiais penais foram registrados em Uberlândia, MG.
A operação resultou na apreensão de três celulares, 43 gramas de maconha e uma carteira de habilitação falsa. Durante a abordagem, “Kross” se identificou com um nome falso, o que levou à sua autuação por falsa identidade. O delegado Carlos Antônio Fernandes destacou que ele exercia uma função de comando dentro da facção, atuando como “sintonia final da disciplina”.
As investigações indicam que os atentados de 2020 foram planejados e executados por membros do PCC, com autorização da cúpula da organização. Os crimes visavam retaliar policiais penais e foram orquestrados pela hierarquia da facção. A operação em Praia Grande também incluiu o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em locais relacionados a “Kross”, com o objetivo de desarticular possíveis ramificações do PCC na região.
A prisão de “Kross” representa um avanço significativo no combate ao crime organizado em Minas Gerais e São Paulo, refletindo a colaboração entre as forças policiais dos dois estados. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desmantelar a estrutura da facção criminosa.
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