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PGR, PF e CGU investigam transação suspeita entre Banco Master e BRB

Ricardo Cappelli pede investigação sobre a compra de 49% do Master pelo BRB, alegando irregularidades e gestão fraudulenta.

Sedes dos bancos Master e BRB (Foto: Divulgação e Cristiano Mariz/Agência O Globo)
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  • O Banco de Brasília (BRB) comprou 49% do Master, gerando polêmica e investigações.
  • O pré-candidato ao governo do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, acionou a Procuradoria Geral da República (PGR), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) para investigar a transação.
  • Cappelli alega que a compra ocorreu sem autorização legislativa e apresenta indícios de gestão fraudulenta.
  • Ele critica a operação, realizada sob a administração do governador Ibaneis Rocha, afirmando que pode levar à insolvência dos ativos do Master.
  • O político questiona a motivação da compra, sugerindo uso indevido de recursos públicos para interesses particulares.

A compra de 49% do Master pelo BRB está gerando polêmica e investigações. O pré-candidato ao governo do DF, Ricardo Cappelli, acionou a PGR, a PF e a CGU para apurar a transação, alegando falta de autorização legislativa e indícios de gestão fraudulenta. A operação, realizada sob a administração do governo de Ibaneis Rocha, é vista por Cappelli como um possível resgate financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Cappelli, que preside a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, critica a aquisição, afirmando que ela contraria análises de mercado e pode levar à insolvência dos ativos do Master. O pedido de investigação também menciona que órgãos reguladores, como a CVM e o BC, teriam sofrido pressão política para aprovar a compra. A diretoria do BC está dividida sobre a transação, que levanta questões sobre a gestão do banco estatal.

O político destaca que a operação pode envolver crimes como gestão temerária e fraudulenta, além de possíveis violações ao Sistema Financeiro Nacional. Em um trecho da notícia-crime, Cappelli questiona: “Por que um banco estatal compraria um ativo que ninguém mais quer?” A resposta, segundo ele, sugere um uso indevido de recursos públicos para fins particulares, o que reforça a necessidade de investigação aprofundada.

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