- Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, está sob medidas cautelares do ministro Alexandre de Moraes, incluindo uso de tornozeleira e restrições de circulação.
- Ele se afastou das redes sociais e de entrevistas, participando de eventos públicos de forma limitada.
- Recentemente, participou de um culto evangélico em Taguatinga e de uma motociata em Brasília, mas não fez discursos.
- Seus aliados organizam atos em defesa dele, pedindo sua liberdade e um possível retorno à presidência em 2026, apesar de sua inelegibilidade.
- A tensão aumenta com a ameaça de prisão por descumprimento das medidas, e seus advogados afirmaram que ele não fará mais declarações públicas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa duas semanas sob medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, incluindo o uso de tornozeleira e restrições de circulação. Desde então, ele tem se mantido longe das redes sociais e de entrevistas, participando de eventos públicos de forma limitada.
Nos últimos dias, Bolsonaro tem evitado fazer declarações para não descumprir as ordens judiciais. Ele participou de um culto evangélico na Igreja Casa da Benção, em Taguatinga, onde se emocionou, e de uma motociata em Brasília, mas sem discursar. Seus aliados defendem que ele mantenha a presença em eventos para reforçar sua imagem de vítima de perseguição política.
A rotina do ex-presidente inclui trabalho na sede do PL, onde recebe aliados e empresários. As viagens foram restringidas, e ele não pode se aproximar de representações diplomáticas, o que tem dificultado sua agenda. Apesar das limitações, seus apoiadores organizam atos em defesa dele, com gritos de “liberdade” e pedidos para que retorne à presidência em 2026, ignorando sua inelegibilidade.
A tensão em torno de Bolsonaro é palpável, especialmente após a ameaça de prisão por descumprimento das medidas. Ele tem se mostrado resignado, mas indignado, e seus advogados prometeram que ele não falaria mais em público. No próximo domingo (3), bolsonaristas planejam manifestações em todos os estados, mas o ex-presidente não poderá participar, nem presencialmente nem por vídeo.
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