- A Câmara Municipal de São Paulo realizará uma audiência pública no dia 5 de setembro para discutir a proposta de aumentar o limite de altura das construções no Instituto Butantan de 28 metros para 48 metros.
- A proposta visa expandir a capacidade de produção de vacinas e medicamentos do instituto, que ocupa um terreno de 750 mil metros quadrados.
- Moradores e a oposição manifestam resistência, levantando preocupações sobre impactos ambientais e urbanísticos.
- O vereador do Partido dos Trabalhadores (PT), Nabil Bonduki, sugere que a construção mais alta seja limitada a 20% do terreno.
- O líder do governo na Câmara, vereador Fábio Riva, apresentará uma nova versão do projeto, reduzindo a área de construção e o número de árvores a serem removidas de mais de 6.400 para menos de 1.300.
A Câmara Municipal de São Paulo realizará uma audiência pública no dia 5 de setembro para discutir a proposta de aumentar o limite de altura de construções no terreno do Instituto Butantan. Atualmente, o limite é de 28 metros, e a nova proposta visa elevar esse teto para 48 metros em uma área de 750 mil metros quadrados. A medida, que já passou por votação em primeiro turno, tem como objetivo expandir a capacidade de produção de vacinas e medicamentos do instituto.
Entretanto, a proposta enfrenta forte resistência de moradores e da oposição, que levantam preocupações sobre os impactos ambientais e urbanísticos da construção. O vereador do PT, Nabil Bonduki, sugere que a autorização para construções mais altas seja restrita a apenas 20% do terreno, enfatizando a necessidade de equilibrar o desenvolvimento do instituto com a preservação ambiental.
O líder do governo na Câmara, vereador Fábio Riva, anunciou que apresentará uma nova versão do projeto durante a audiência, que incluirá uma redução na área destinada às construções de 48 metros. Segundo Riva, a versão original exigiria a remoção de mais de 6.400 árvores, enquanto a nova proposta reduziria esse número para menos de 1.300.
Em resposta às preocupações, o Instituto Butantan se comprometeu a restaurar a mata atlântica nativa e a plantar novas mudas de árvores na área e em seu entorno. A discussão sobre a expansão do instituto é parte de um debate mais amplo sobre o desenvolvimento urbano e a preservação ambiental na cidade.
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