- A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou as sanções dos Estados Unidos ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- As sanções, anunciadas pelo governo Trump, alegam abusos de poder e repressão à liberdade de expressão.
- Gleisi afirmou que nenhum país deve agir como “dono do mundo” e sugeriu que os EUA aplicassem a Lei Magnitsky contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por ações em Gaza.
- A ministra defendeu a legalidade do processo judicial envolvendo Moraes e a investigação sobre a trama golpista ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- As sanções resultaram no bloqueio de bens de Moraes nos EUA, com alegações de que ele lidera uma “caça às bruxas ilegal” contra cidadãos e jornalistas.
Ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou as sanções impostas pelo governo dos EUA ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira. As sanções, anunciadas pelo governo Trump, alegam abusos de poder e repressão à liberdade de expressão. Gleisi afirmou que nenhum país tem o direito de agir como “dono do mundo”.
A ministra sugeriu que, se o governo dos EUA realmente quisesse punir violações de direitos humanos, deveria aplicar a Lei Magnitsky contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em resposta ao que classificou como um “massacre desumano em Gaza”. Em suas redes sociais, ela destacou que a verdadeira justiça deve ser aplicada a todos, independentemente de alianças políticas.
Gleisi também defendeu a atuação de Moraes no contexto da investigação sobre a trama golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ela, o processo judicial está sendo conduzido com observância ao devido processo legal, garantindo aos réus o direito ao contraditório e à defesa. A ministra enfatizou que a fase atual do processo é de alegações finais antes do julgamento.
As sanções dos EUA resultaram no bloqueio de bens e fundos de Moraes no país. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que o ministro lidera uma “caça às bruxas ilegal” contra cidadãos e empresas, incluindo jornalistas. As sanções podem acarretar penalidades civis ou criminais para aqueles que desrespeitarem as normas estabelecidas.
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