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Colaboração internacional avança em investigação sobre morte de marido de cônsul alemão

Justiça brasileira compartilha provas com Alemanha e Bélgica no caso do cônsul Uwe Herbert Hahn, que fugiu após obter habeas corpus

Cônsul alemão Uwe Herbert Hahn (Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo)
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  • A Justiça do Rio de Janeiro autorizou o compartilhamento de provas entre os Ministérios Públicos da Alemanha e da Bélgica no caso do cônsul alemão Uwe Herbert Hahn, suspeito de assassinar seu marido, Walter Henri Maxmillien Biot, em Ipanema.
  • O crime ocorreu há três anos e a investigação foi reaberta após a fuga de Uwe para a Alemanha, um dia após obter habeas corpus.
  • A prisão preventiva de Uwe foi decretada pela 4ª Vara Criminal, que considerou as evidências de lesões no corpo da vítima, descartando a hipótese de morte súbita.
  • Uwe alegou que Walter enfrentava surtos psicóticos e abuso de álcool, o que teria contribuído para sua morte.
  • As investigações continuam em ambos os países, com o Ministério Público da Bélgica solicitando informações sobre o caso.

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou o compartilhamento de provas entre os Ministérios Públicos da Alemanha e da Bélgica no caso do cônsul alemão Uwe Herbert Hahn, suspeito de assassinar seu marido, Walter Henri Maxmillien Biot, em Ipanema. O crime ocorreu há três anos e a investigação foi reaberta após a fuga de Uwe para a Alemanha, um dia após obter habeas corpus.

O diplomata teve a prisão preventiva decretada pela 4ª Vara Criminal, que considerou as evidências de lesões no corpo da vítima, afastando a hipótese de morte súbita. A juíza Lúcia Mothé Glioche destacou que o compartilhamento de provas é fundamentado no princípio da especialidade na cooperação jurídica internacional.

Walter, cidadão belga, acompanhava Uwe em suas missões diplomáticas e tinha passaporte diplomático. Em sua defesa, Uwe alegou que o marido enfrentava surtos psicóticos e abuso de álcool, o que teria contribuído para sua morte. As investigações continuam em ambos os países, com o Ministério Público da Bélgica também solicitando informações sobre o caso.

A situação se complica com a fuga do cônsul, mas as autoridades brasileiras e europeias permanecem atentas ao desdobramento do caso, que envolve questões de saúde mental e abuso de substâncias. A busca por justiça para Walter Biot segue, enquanto os detalhes da investigação são compartilhados entre as nações envolvidas.

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