- O zagueiro Raúl Asencio, do Real Madrid, é acusado de distribuição de pornografia infantil.
- O Ministério Público da Espanha pediu uma pena de dois anos e meio de prisão para o jogador.
- Asencio teria mostrado um vídeo a um amigo, gravado sem consentimento, durante um encontro com outros três jogadores.
- As imagens envolvem duas jovens, uma delas menor de idade, e o caso foi denunciado em setembro de 2023.
- Além da pena de prisão, o promotor solicitou que Asencio pagasse € 5 mil a cada uma das vítimas.
O zagueiro Raúl Asencio, do Real Madrid, enfrenta sérias acusações de distribuição de pornografia infantil. O Ministério Público da Espanha solicitou uma pena de dois anos e meio de prisão para o jogador, após um incidente ocorrido em junho de 2023 nas Ilhas Canárias, onde imagens de atos sexuais foram gravadas sem consentimento.
Asencio é acusado de mostrar um vídeo a um amigo, que foi gravado durante um encontro entre ele e outros três jogadores do clube, Andrés García, Ferrán Ruiz e Juan Rodríguez. As imagens envolvem duas jovens, uma delas menor de idade, e foram registradas sem o consentimento delas. O caso veio à tona após uma das vítimas denunciar o ocorrido em setembro de 2023, quando soube que o vídeo havia sido compartilhado.
Detalhes do Caso
O Ministério Público apresentou um resumo das alegações, destacando que Asencio pediu para mostrar o vídeo a um amigo, utilizando um recurso de visualização única. As vítimas relataram que o incidente causou estresse pós-traumático. Além da pena de prisão, o promotor também pediu que Asencio pagasse 5 mil euros a cada uma das vítimas.
Os outros três jogadores envolvidos enfrentam acusações semelhantes, com penas solicitadas de até quatro anos e sete meses. A defesa de uma das jovens pede uma pena de quatro anos para Asencio, mesmo após tentativas de acordo por parte de seus advogados, que buscavam resolver a questão com uma indenização.
Asencio, que já atuou em 46 partidas pelo Real Madrid, defende sua inocência e afirma que não participou de qualquer ato que violasse a liberdade sexual das mulheres envolvidas. O caso segue em andamento e, se levado a julgamento, Asencio e os outros réus terão a oportunidade de se defender.
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