Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Magnata da F1 se declara culpado em caso raro de corrupção em Cingapura

Ong Beng Seng se declara culpado de obstrução de justiça e aguarda sentença que pode resultar em até sete anos de prisão

Ong Beng Seng é acusado de dar presentes caros ao ex-ministro dos transportes de Cingapura (Foto: Getty Images)
0:00
Carregando...
0:00
  • Ong Beng Seng, bilionário hoteleiro de Cingapura, se declarou culpado de obstrução de justiça.
  • Ele ajudou o ex-ministro dos Transportes, Subramaniam Iswaran, a encobrir evidências em um caso de corrupção.
  • Ong admitiu ter ocultado provas sobre presentes luxuosos recebidos por Iswaran, incluindo ingressos para o Fórmula 1 Grand Prix e uma viagem em jato particular.
  • A sentença de Ong será anunciada em 15 de agosto, e ele pode enfrentar até sete anos de prisão.
  • Iswaran, que recebeu mais de S$403.000 em presentes, estava sendo investigado quando solicitou a Ong que cobrisse um voo de classe executiva.

O bilionário hoteleiro de Cingapura, Ong Beng Seng, se declarou culpado de obstrução de justiça em um escândalo de corrupção que abalou o país. A acusação envolve a ajuda ao ex-ministro dos Transportes, Subramaniam Iswaran, para encobrir evidências durante uma investigação sobre corrupção.

Ong admitiu ter auxiliado Iswaran a ocultar provas relacionadas a presentes luxuosos, como ingressos para o Fórmula 1 Grand Prix e uma viagem em jato particular. Os ministros em Cingapura não podem aceitar presentes sem pagar o valor de mercado ao governo e devem declarar qualquer benefício recebido de pessoas com quem têm negócios.

Durante o julgamento de Iswaran, foi revelado que ele solicitou a Ong que cobrasse por um voo de classe executiva para Doha, após descobrir que estava sendo investigado. O juiz destacou que Iswaran agiu com premeditação para evitar a investigação. A sentença de Ong será proferida em 15 de agosto e ele pode enfrentar até sete anos de prisão por obstrução de justiça.

Além disso, Ong é acusado de facilitar uma viagem a Doha, avaliada em cerca de S$20.850 (aproximadamente US$16.188). As investigações revelaram que Iswaran recebeu mais de S$403.000 em presentes, incluindo voos, estadias em hotéis e ingressos para eventos. Na época dos crimes, Iswaran era membro do comitê de F1 do governo e negociador-chefe em assuntos relacionados ao evento.

Ong, que fundou a Hotel Properties Limited e trouxe o F1 para Cingapura, enfrenta um momento delicado, pois também luta contra um câncer raro. A empresa anunciou que ele deixará o cargo de diretor-gerente para gerenciar suas condições de saúde.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais