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PT defende taxação de bancos e apostas em encontro liderado por Gleisi

Gleisi Hoffmann defende taxação de bancos e apostas em encontro do PT, enquanto partido se prepara para eleições de 2026 e busca fortalecer sua base no Congresso

A ministra Gleisi Hoffmann criticou a família do ex-presidente Jair Bolsonaro no evento (Foto: Flickr/ Gleisi Hoffmann)
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  • A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu a taxação de bancos e apostas durante o Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) em Brasília.
  • O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e marcou a posse de Edinho Silva como novo dirigente nacional do partido.
  • Gleisi destacou a injustiça fiscal no Brasil, afirmando que a carga tributária pesa mais sobre os mais pobres e ressaltou a importância de desonerar o imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.
  • O senador Humberto Costa alertou que Lula enfrentará eleições desafiadoras em 2026, com a extrema-direita ainda ativa.
  • O PT planeja intensificar sua presença digital e reorganizar a militância nas redes sociais para engajar eleitores.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reiterou, neste domingo, a necessidade de taxação de bancos e apostas durante o Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em Brasília. O evento, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcou a posse de Edinho Silva como novo dirigente nacional da legenda e discutiu a preparação para as eleições de 2026.

Gleisi destacou a injustiça fiscal no Brasil, afirmando que a carga tributária recai desproporcionalmente sobre os mais pobres. “Não é possível que os muito ricos não paguem impostos”, afirmou, enfatizando a importância de projetos como a desoneração do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. O encontro também teve a participação de dez ministros e do ex-ministro José Dirceu, que busca um retorno à política.

Desafios e Estratégias

O evento foi marcado por um tom eleitoral, com o senador Humberto Costa alertando que Lula enfrentará as eleições mais desafiadoras de sua carreira. Ele ressaltou que a extrema-direita continua ativa e que as próximas eleições são cruciais para consolidar um projeto civilizatório. A nova direção do PT, sob Edinho Silva, busca alinhar a atuação do partido com a estratégia de governo, especialmente em um momento em que Lula tenta fortalecer sua base no Congresso.

Cerca de mil delegados de todo o Brasil participaram das discussões sobre o novo regimento interno e as diretrizes políticas do partido. A corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), à qual pertencem Lula e Edinho, manteve o controle do Diretório Nacional, reduzindo as chances de mudanças significativas na linha política do PT.

Foco nas Redes Sociais

O Encontro Nacional também abordou a importância da presença digital do PT, com a nova gestão planejando intensificar a atuação nas redes sociais. A expectativa é que Edinho assuma um papel central na reorganização da militância digital, buscando engajar setores do eleitorado que ainda resistem ao projeto petista. O partido já obteve sucesso em campanhas digitais, como a defesa da taxação dos super-ricos e a mobilização em torno da soberania nacional, reacendida após o tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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