- Jason Miller, conselheiro da campanha de Donald Trump, divulgou imagens de manifestações em Fortaleza pedindo o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
- As manifestações ocorreram antes da decretação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, prevista para esta segunda-feira.
- Trump anunciou sanções econômicas contra Moraes, alegando violação da liberdade de expressão e perseguição política a Bolsonaro e seus aliados.
- A oposição ao governo Lula está pressionando o Senado para avançar com o pedido de impeachment contra Moraes.
- As imagens compartilhadas por Miller mostram protestos em vários estados, incluindo Minas Gerais, Bahia e São Paulo, e fazem referência a um “cartão Magnitsky” com mensagens de apoio ao impeachment de Lula e Moraes.
Jason Miller, conselheiro da campanha de Donald Trump, divulgou neste domingo (3) imagens de manifestações bolsonaristas em Fortaleza, que pedem o impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes. As imagens mostram um manifestante com algemas e uma máscara em referência ao magistrado. A manifestação ocorreu horas antes de Moraes decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, prevista para esta segunda-feira (4).
A pressão política contra Moraes se intensificou após Trump anunciar uma sanção econômica ao ministro, alegando violação da liberdade de expressão e perseguição política a Bolsonaro e seus aliados. A oposição ao governo Lula também está mobilizada, pressionando o Senado para avançar com um pedido de impeachment contra Moraes, que é visto como o principal alvo do bolsonarismo.
Miller, em suas postagens, afirmou que o STF se tornou uma instituição poderosa, atuando como juiz, júri e executor. Ele também compartilhou imagens de manifestações em diversos estados, como Minas Gerais, Bahia e São Paulo, e fez referência a um cartão de crédito com a foto de Moraes, rotulado como “cartão Magnitsky”, que traz mensagens de apoio ao impeachment de Lula e Moraes.
As manifestações refletem um clima de tensão crescente entre o bolsonarismo e o STF, especialmente após a revelação de que Jair Bolsonaro teria liderado a tentativa de golpe de 2022, conforme investigações da Procuradoria-Geral da República.
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