- O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, e seu adjunto, Osvaldo Nico Gonçalves, processaram o ex-vereador Camilo Cristófaro por difamação.
- A ação judicial foi protocolada no Tribunal de Justiça e pede a remoção de postagens ofensivas e uma indenização de R$ 20 mil.
- Cristófaro, que perdeu seu mandato por racismo em 2023, nega as acusações e critica a atuação dos secretários na segurança pública.
- Os advogados de Derrite e Gonçalves afirmam que as postagens insinuam prevaricação em relação a ataques a ônibus na capital paulista.
- Cristófaro defende sua trajetória política e sugere que os secretários estão mais focados em campanhas eleitorais do que na segurança da população.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, e seu adjunto, Osvaldo Nico Gonçalves, processaram o ex-vereador Camilo Cristófaro por difamação. A ação, protocolada no Tribunal de Justiça, exige a remoção de postagens ofensivas e uma indenização de R$ 20 mil.
Cristófaro, que perdeu seu mandato por racismo em 2023, nega as acusações e critica a atuação da dupla na segurança pública. Os advogados de Derrite e Gonçalves alegam que as postagens de Cristófaro insinuam que eles prevaricaram diante de ataques a ônibus na capital paulista. As expressões utilizadas pelo ex-vereador, como “só fazem auê”, são descritas como depreciativas e com o intuito de desqualificar o trabalho da Secretaria.
Em resposta, Cristófaro defende sua trajetória política, afirmando que não escreveu inverdades sobre os secretários. Ele também critica a prioridade da dupla, sugerindo que estão mais focados em suas campanhas eleitorais do que na segurança pública. Enquanto isso, a situação da segurança em São Paulo continua a ser um tema de preocupação para a população.
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