- O governo russo adotou um tom conciliador em relação aos Estados Unidos, em meio à pressão do ex-presidente Donald Trump para que Vladimir Putin aceite uma trégua na Guerra da Ucrânia.
- O prazo dado por Trump para a aceitação da trégua expira na próxima sexta-feira, dia oito de agosto.
- O enviado dos Estados Unidos, Steve Witkoff, se reunirá com Putin em Moscou na quarta-feira, dia seis de agosto, para discutir o fim do conflito.
- Os ataques aéreos entre Rússia e Ucrânia se intensificaram, com um depósito de petróleo em Sochi sendo atingido por drones ucranianos, resultando em três mortes.
- A Rússia acredita que as novas sanções dos Estados Unidos, que visam países que compram petróleo russo, levarão tempo para surtir efeito.
O governo russo adotou um tom conciliador em relação aos Estados Unidos nesta segunda-feira (4), em meio à pressão do ex-presidente Donald Trump para que Vladimir Putin aceite uma trégua na Guerra da Ucrânia. O prazo dado por Trump expira na próxima sexta-feira (8), e o Kremlin minimizou as ameaças nucleares feitas pelo americano, que anunciou o envio de submarinos nucleares para a região.
O enviado dos EUA, Steve Witkoff, está programado para se reunir com Putin em Moscou na quarta-feira (6) para discutir o fim do conflito. O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, ressaltou a necessidade de cautela ao usar retórica nuclear, sem mencionar diretamente Trump ou Medvedev, que provocou o ex-presidente ao lembrar a eficácia dos sistemas de ataque nuclear da Rússia.
Enquanto isso, os ataques aéreos entre Rússia e Ucrânia se intensificaram. Um depósito de petróleo em Sochi foi atingido por drones ucranianos, resultando em três mortes. As forças russas interceptaram 61 drones na madrugada de hoje. A Ucrânia também atacou a base de Saki, na Crimeia, alegando ter destruído um caça e danificado outros.
A situação permanece tensa, com a Rússia acreditando que as novas sanções dos EUA, que visam países que compram petróleo russo, levarão tempo para surtir efeito. A Índia, China e Brasil, principais compradores de petróleo russo, continuam a negociar, o que pode complicar a pressão sobre Moscou. Witkoff enfrentará desafios significativos para convencer Putin a aceitar a trégua proposta por Trump.
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