- Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram um buzinaço e uma carreata em Brasília na noite de segunda-feira, demonstrando apoio durante sua prisão domiciliar.
- A manifestação ocorreu perto do condomínio onde Bolsonaro reside, no bairro Jardim Botânico.
- A Polícia Militar do Distrito Federal bloqueou o acesso à Esplanada dos Ministérios para evitar que os manifestantes se dirigissem ao Supremo Tribunal Federal (STF).
- Apesar das barreiras, cerca de cem apoiadores conseguiram chegar a pé ao local, gritando “O Brasil vai parar”.
- A prisão domiciliar foi determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, devido ao descumprimento de medidas cautelares por parte de Bolsonaro.
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram um buzinaço e uma carreata em Brasília na noite desta segunda-feira, demonstrando apoio enquanto ele cumpre prisão domiciliar. A manifestação ocorreu nas proximidades do condomínio onde Bolsonaro reside, no bairro Jardim Botânico. A Polícia Militar do Distrito Federal bloqueou o acesso à Esplanada dos Ministérios para evitar que os manifestantes se dirigissem ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Após a determinação de prisão domiciliar, apoiadores, incluindo deputados da oposição, mobilizaram-se em favor de Bolsonaro. A PM informou que a via que leva à Praça dos Três Poderes estava interditada, e os manifestantes mudaram a rota para se concentrar em frente ao condomínio. Apesar das barreiras, cerca de cem apoiadores conseguiram chegar a pé, gritando “O Brasil vai parar”.
A prisão domiciliar de Bolsonaro foi determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, que alegou “reiterado descumprimento de medidas cautelares”. Moraes destacou que o ex-presidente ignorou as ordens da Corte e participou de uma manifestação contra o STF, realizada no Rio de Janeiro, onde fez declarações em apoio à anistia. O vídeo de sua fala foi posteriormente removido das redes sociais.
Bolsonaro é réu no STF em um caso que investiga uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. Desde julho, ele enfrenta medidas cautelares que incluem a proibição de uso de redes sociais e restrições de horário para sair de casa. O ex-presidente é suspeito de articular pressões ao Judiciário e ao governo brasileiro em troca de perdão na trama golpista.
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