- Eduardo Bolsonaro criticou a prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes para seu pai, Jair Bolsonaro, afirmando que é um abuso de poder.
- A decisão foi anunciada em 23 de outubro de 2023 e inclui o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de visitas.
- Em uma postagem de 2018, Eduardo questionava a eficácia da prisão domiciliar, destacando falhas no monitoramento de presos.
- Moraes justificou a medida alegando que Jair Bolsonaro continuava a exercer influência política e digital, desafiando instituições democráticas.
- Eduardo classificou a prisão como “sem crime, sem evidência, sem julgamento” e criticou o ministro, chamando-o de “psicopata descontrolado”.
Internautas relembraram uma postagem de Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, de 2018, na qual ele questionava a seriedade de um país que aplica prisão domiciliar. A crítica surgiu após o ministro Alexandre de Moraes decretar a prisão domiciliar de seu pai, Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, 23 de outubro. Eduardo afirmou que a decisão é um abuso de poder e que o Brasil não é mais uma democracia.
No post de 2018, Eduardo argumentava que, se o monitoramento de tornozeleiras eletrônicas era falho, a eficácia da prisão domiciliar era duvidosa. Após a nova medida, perfis alinhados à esquerda comentaram ironicamente sobre a postagem, destacando que a crítica “envelheceu como vinho”. Eduardo, por sua vez, expressou sua indignação, afirmando que a prisão foi motivada por críticas de Bolsonaro ao STF.
O deputado classificou a decisão de Moraes como uma “prisão sem crime, sem evidência, sem julgamento”. Ele também se referiu ao ministro como um “psicopata descontrolado”. A prisão domiciliar imposta a Jair Bolsonaro inclui o uso de tornozeleira eletrônica, entrega do passaporte e proibição de visitas, exceto de advogados e familiares próximos.
Moraes justificou a medida ao afirmar que Bolsonaro continuava a exercer influência política e digital, utilizando aliados e familiares para disseminar mensagens que desafiavam as instituições democráticas. O ministro considerou que essa conduta violava medidas cautelares anteriores, levando à decisão de prisão domiciliar.
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