- Agustina Cosachov, psiquiatra de Diego Maradona, enfrenta novas acusações sobre a morte do jogador.
- A defesa de Cosachov argumenta que não deve haver novo julgamento, citando o princípio da “coisa julgada”.
- O primeiro julgamento foi anulado devido à suspeição da juíza Julieta Makintach, que teve seu papel destacado em um documentário.
- A defesa de Leopoldo Luque, outro acusado, também questiona a imparcialidade do novo tribunal, alegando irregularidades processuais.
- O Tribunal Oral Criminal nº 7 de San Isidro é responsável pela nova análise do caso, que continua gerando polêmica.
Agustina Cosachov, psiquiatra de Diego Maradona, enfrenta novas acusações relacionadas à morte do ícone do futebol. Após a anulação de um julgamento anterior, a defesa de Cosachov argumenta que não deve haver um novo processo, invocando o princípio da “coisa julgada”. O Tribunal Oral Criminal (TOC) nº 7 de San Isidro é o responsável pela nova análise do caso.
Os advogados de Cosachov, Vadim Mischanchuk, Christian Carlet e Marcelo Rodríguez Jordán, sustentam que o primeiro julgamento foi declarado nulo devido à suspeição da juíza Julieta Makintach, que teve seu papel destacado em um documentário. Eles afirmam que a anulação não foi provocada por sua cliente e que um novo julgamento seria injusto. “Ninguém pode ser submetido a um processo penal pelo mesmo fato que já tenha resultado em condenação ou absolvição”, afirmaram os defensores.
Além disso, a defesa de Leopoldo Luque, outro acusado, também recorreu à recusa de juízes do novo tribunal, citando irregularidades processuais. Os advogados de Luque, Julio Rivas e Francisco Oneto, criticaram a condução do processo, alegando que a audiência realizada em julho não seguiu os trâmites legais adequados. “A lei é precisa e não permite audiências com múltiplos propósitos”, destacaram.
A nova composição do tribunal, que inclui apenas o presidente Alberto Gaig como membro titular, foi sorteada após a suspeição de outros juízes. A defesa de Luque questiona a imparcialidade do juiz Gaig, que, segundo eles, colocou sua imagem acima do processo judicial. “Um juiz não precisa anunciar sua imparcialidade”, afirmaram os advogados, ressaltando que a imparcialidade deve ser presumida.
O desdobramento do caso Maradona continua a gerar polêmica, com as partes envolvidas buscando garantir seus direitos em um processo que já se mostrou complexo e repleto de controvérsias.
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