- Mais de dois mil e trezentos membros do Writers Guild of America (WGA) assinaram uma carta aberta contra os “ataques autoritários” do presidente Donald Trump.
- O documento critica ações do governo que ameaçam a liberdade de expressão e a mídia independente.
- Os signatários mencionam processos infundados movidos por Trump contra veículos de comunicação, incluindo um acordo de R$ 16 milhões entre a Paramount e Trump relacionado ao programa “60 Minutes”.
- A carta expressa preocupação com tentativas de cancelar programas críticos, como “The View”, e menciona cortes de financiamento da Corporation for Public Broadcasting por republicanos no Congresso.
- O WGA conclama representantes eleitos e líderes da indústria a resistirem a abusos de poder, afirmando que a liberdade de expressão é um direito fundamental.
Mais de 2300 membros do Writers Guild of America (WGA) assinaram uma carta aberta condenando os “ataques autoritários” do presidente Donald Trump. O documento, que inclui nomes renomados como Spike Lee e Adam McKay, critica ações do governo que ameaçam a liberdade de expressão e a mídia independente.
Os signatários destacam os processos infundados movidos por Trump contra veículos de comunicação que publicaram reportagens desfavoráveis. Um exemplo notório é o acordo de 16 milhões de dólares entre a Paramount e Trump, que encerrou um processo sem mérito contra o programa “60 Minutes”. Além disso, a carta menciona a retaliação do presidente contra publicações que relataram fatos sobre a Casa Branca.
Ataques à Mídia
Os roteiristas também expressam preocupação com as tentativas de Trump de cancelar programas críticos, como “The View”. O documento ressalta que republicanos no Congresso colaboraram para cortar o financiamento da Corporation for Public Broadcasting, visando silenciar emissoras como a PBS e a NPR. A FCC condicionou a aprovação de fusões a garantias de mudanças no viés ideológico da programação.
A carta conclama os representantes eleitos e líderes da indústria a resistirem a esses abusos de poder. Os membros do WGA afirmam que a liberdade de expressão é um direito fundamental, ressaltando que não temos um rei, temos um presidente. O sindicato enfatiza que a luta pela liberdade de expressão deve ser coletiva e que a história lembrará aqueles que se opuseram a tais ataques.
Entre na conversa da comunidade