- A Comissão de Segurança Pública do Senado adiou sua reunião programada para esta terça-feira, 5 de agosto, a pedido do senador Flávio Bolsonaro.
- O adiamento ocorreu após a ordem de prisão domiciliar contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- Um novo encontro da comissão foi agendado para o dia 13 de agosto.
- A reunião abordaria dois projetos de lei, um sobre recompensas a policiais por apreensão de armas ilegais e outro sobre o uso de gravações clandestinas como prova em situações de risco.
- O adiamento coincidiu com uma coletiva de imprensa de parlamentares bolsonaristas em defesa do ex-presidente, evidenciando a mobilização política em torno dele.
A Comissão de Segurança Pública do Senado adiou sua reunião programada para esta terça-feira, 5, a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O adiamento ocorreu após a ordem de prisão domiciliar contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Um novo encontro foi agendado para o dia 13.
A reunião da comissão tinha como pauta a análise de dois projetos de lei. Um deles, relatado por Flávio, propõe a autorização para o pagamento de recompensas em dinheiro a policiais que apreenderem armas de fogo ilegais, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. O outro projeto, sob a relatoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), visa permitir o uso de gravações clandestinas como prova em situações de risco iminente à vida ou integridade física.
Além do adiamento, a reunião da CSP coincidia com uma coletiva de imprensa convocada por parlamentares bolsonaristas para discutir a prisão do ex-presidente. Flávio Bolsonaro foi um dos oradores no evento, que reuniu apoiadores da extrema-direita em defesa de Jair Bolsonaro. A situação evidencia a mobilização política em torno do ex-presidente, que enfrenta crescente pressão e investigações.
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