- O juiz Renan de Freitas Ongaratto, da 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, negou a revogação da prisão preventiva de Giovanni Oliveira Vieira.
- Giovanni é considerado “batedor” dos executores no caso que resultou na morte de quatro médicos na Barra da Tijuca em outubro de 2023.
- O magistrado justificou a decisão pelo fato de Giovanni estar foragido, mesmo ciente do mandado de prisão.
- Quatro dos cinco réus continuam foragidos; apenas Francisco Glauber Costa de Oliveira, conhecido como “GL”, está preso.
- O crime ocorreu quando os médicos foram confundidos com milicianos, resultando em três mortes no local e um sobrevivente.
Prisão Preventiva de Acusado em Caso de Médicos Mortos é Mantida
O juiz Renan de Freitas Ongaratto, da 2ª Vara Criminal do TJ do Rio, negou a revogação da prisão preventiva de Giovanni Oliveira Vieira, identificado como “batedor” dos executores no caso que resultou na morte de quatro médicos na Barra da Tijuca. O crime ocorreu em outubro de 2023, quando os profissionais foram confundidos com milicianos.
Na decisão, o magistrado destacou que Giovanni, mesmo ciente do mandado de prisão, permanece foragido, o que justifica a manutenção da prisão preventiva. Quatro dos cinco réus envolvidos continuam foragidos, enquanto apenas Francisco Glauber Costa de Oliveira, conhecido como “GL”, está preso em Bangu 3. Os outros acusados são Edgar Alves de Andrade, “Doca”, Carlos da Costa Neves, “Gadernal”, e Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, “BMW”.
Contexto do Crime
Os médicos Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença foram atacados em um quiosque em frente ao hotel onde participavam de um congresso de ortopedia. A confusão ocorreu quando os criminosos identificaram Perseu como o chefe da milícia de Rio das Pedras, Taillon de Alcântara Pereira Barbosa. Marcos e Perseu morreram no local, enquanto Diego não resistiu aos ferimentos. Daniel foi o único sobrevivente do ataque.
Após o crime, quatro suspeitos foram encontrados mortos em diferentes locais da zona oeste do Rio, supostamente executados por ordem da cúpula do Comando Vermelho. A audiência para discutir o caso de Giovanni está marcada para o dia 8 de setembro, às 16h.
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