- Manifestantes protestaram em frente à Embaixada do Brasil em Londres no dia cinco de agosto.
- Eles pediram ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que vete o projeto de lei 2.159/2021, conhecido como “PL da Devastação”.
- O projeto, aprovado pela Câmara dos Deputados em julho, pode aumentar os riscos de desmatamento e violência em territórios indígenas.
- O ato foi organizado por grupos como Brazil Matters, Amazon Rebellion e Survival International, que entregaram uma carta ao embaixador Antônio Patriota.
- As ativistas Priscila Oliveira e Ali Rocha destacaram que o PL representa um retrocesso nas políticas de proteção ambiental e dos direitos dos povos indígenas.
Manifestantes realizaram um protesto nesta terça-feira (5) em frente à Embaixada do Brasil em Londres, exigindo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o projeto de lei 2.159/2021, conhecido como “PL da Devastação”. A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados em julho, aguarda sanção presidencial e pode resultar em sérios riscos ao meio ambiente e aos direitos dos povos indígenas.
O ato foi organizado por grupos como Brazil Matters, Amazon Rebellion e Survival International. Durante a manifestação, ativistas entregaram uma carta ao embaixador Antônio Patriota, na qual destacam que a aprovação do projeto representa um retrocesso significativo nas políticas de proteção ambiental e dos direitos territoriais indígenas.
As ativistas Priscila Oliveira e Ali Rocha enfatizaram que o PL facilita o desmatamento, invasões e violência em áreas tradicionais. Elas pediram que Lula honre seu compromisso com os povos indígenas e proteja a Amazônia. A decisão do presidente é aguardada com expectativa, uma vez que a sanção do projeto pode ter impactos diretos na preservação ambiental e na segurança das comunidades indígenas.
A pressão internacional sobre o governo brasileiro aumenta, com manifestações semelhantes ocorrendo em várias partes do mundo, refletindo a preocupação global com a proteção da Amazônia e os direitos humanos. O futuro da legislação e suas consequências ainda permanecem incertos, enquanto o presidente Lula se prepara para tomar uma decisão crucial.
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