- Rupert Murdoch concordou em fornecer atualizações sobre sua saúde a Donald Trump.
- O acordo adia sua deposição em um processo de difamação de US$ 10 bilhões.
- O caso envolve um artigo do Wall Street Journal sobre Jeffrey Epstein e um cartão de aniversário enviado por Trump em 2003.
- Murdoch, de 94 anos, deve apresentar uma declaração juramentada sobre sua saúde em até três dias após a aprovação do juiz.
- O adiamento da deposição será válido até a decisão do juiz sobre os pedidos de demissão do caso.
Rupert Murdoch, magnata da mídia, concordou em fornecer atualizações regulares sobre sua saúde a Donald Trump, como parte de um acordo que adia sua deposição em um processo de difamação de US$ 10 bilhões. O caso, que envolve um artigo do Wall Street Journal sobre Jeffrey Epstein, foi movido por Trump após alegações de que ele enviou um cartão de aniversário “indecente” a Epstein em 2003.
O acordo foi formalizado em um documento apresentado ao tribunal federal de Miami, onde os advogados de Trump expressaram preocupações sobre a saúde de Murdoch, de 94 anos. Eles indicaram que o magnata pode estar muito doente ou até mesmo falecido até o início do julgamento. Murdoch, que já enfrentou problemas de saúde significativos, deve fornecer uma declaração juramentada sobre sua condição atual em até três dias após a aprovação do juiz.
A proposta de adiamento da deposição de Murdoch será válida até que o juiz decida sobre os pedidos de demissão do caso. Caso o pedido seja negado, Murdoch terá que se submeter a um depoimento sob juramento em até 30 dias. O acordo inclui um mecanismo para que Murdoch informe a Trump sobre qualquer mudança significativa em sua saúde.
A relação entre Murdoch e Trump é complexa, com a Fox News, de propriedade de Murdoch, atuando como uma aliada do ex-presidente ao longo dos anos. O processo de difamação também envolve outros réus, incluindo a News Corp e dois jornalistas do Wall Street Journal. A situação se complica ainda mais pela pressão sobre o governo de Trump para liberar documentos relacionados a Epstein, que morreu em 2019 após ser preso por acusações de tráfico sexual.
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