- Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, acusado de dupla tentativa de homicídio, está foragido após a decretação de sua prisão preventiva em 30 de agosto.
- A defesa de Vieira alega que a prisão é ilegal e que ele não se entregará, afirmando que ele estava rendido durante o ataque a policiais.
- O incidente ocorreu em 21 de julho, quando policiais foram à casa do rapper Oruam para apreender um adolescente procurado.
- Imagens de segurança mostram Vieira sendo revistado antes do ataque, enquanto a defesa contesta a versão policial que o acusa de participar do lançamento de pedras.
- O rapper Oruam já está preso, enfrentando acusações de sete crimes, incluindo tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, acusado de dupla tentativa de homicídio, está foragido após a decretação de sua prisão preventiva na quarta-feira, 30 de agosto. A defesa de Vieira, filho de William Rodrigues Vieira, conhecido como Robocop, argumenta que a prisão é ilegal e que ele não se entregará.
O caso remonta ao dia 21 de julho, quando policiais foram à residência do rapper Oruam, no Joá, zona oeste do Rio, para apreender um adolescente procurado por roubos. Durante a abordagem, Vieira foi revistado, mas a defesa afirma que ele estava rendido enquanto pedras eram lançadas contra os agentes. Imagens de segurança mostram Vieira, de bermuda branca e cabelo vermelho, sendo revistado antes do ataque.
A acusação sustenta que Oruam e outros amigos lançaram pedras da sacada, uma delas pesando 4,8 quilos, o que poderia causar morte. A advogada Flávia Fróes defende que Vieira não participou do ataque e que as pedras foram arremessadas do andar superior, onde ele não estava. A versão policial, que afirma ter visto Vieira atirando pedras, é contestada pela defesa, que promete processar os envolvidos.
O rapper Oruam já se encontra preso no Complexo Penitenciário de Bangu, enfrentando acusações que incluem sete crimes, como tráfico de drogas e tentativa de homicídio. Sua defesa nega as acusações. A situação de Vieira continua a ser monitorada, enquanto a defesa busca a revogação da prisão preventiva, alegando irregularidades no processo.
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