- Byron Black foi executado no Tennessee na manhã de cinco de agosto de 2025, após mais de 35 anos no corredor da morte.
- Ele foi condenado por assassinar sua namorada e suas duas filhas em 1988.
- Durante a execução, testemunhas relataram que Black gemia de dor, levantando preocupações sobre seu desfibrilador implantado.
- A defesa argumentou que a execução violava a proibição de punições cruéis da Constituição dos Estados Unidos, mas a Suprema Corte do Tennessee negou o pedido para desligar o dispositivo.
- A execução foi a 28ª do ano nos Estados Unidos e levantou questões éticas, pois Black era o primeiro prisioneiro com deficiência intelectual a ser executado no Tennessee desde a reinstauração da pena de morte na década de 1970.
Byron Black, condenado à pena de morte por assassinar sua namorada e suas duas filhas em 1988, foi executado no Tennessee na manhã de terça-feira, 5 de agosto de 2025. A execução ocorreu no Riverbend Maximum Security Institution, em Nashville, apesar das preocupações sobre seu desfibrilador implantado, que poderia causar dor durante o procedimento.
Durante a injeção letal, testemunhas relataram que Black gemia de dor e chegou a afirmar que estava sentindo muita dor. Seus advogados argumentaram que a execução sem desativar o desfibrilador violaria a proibição de punições cruéis da Constituição dos EUA. A defesa solicitou que o dispositivo fosse desligado para evitar sofrimento, mas a Suprema Corte do Tennessee decidiu que o juiz de primeira instância não tinha autoridade para tal.
Black, de 69 anos, estava no corredor da morte há mais de 35 anos e sofria de várias doenças, incluindo demência e insuficiência renal. A execução foi a 28ª do ano nos Estados Unidos, superando o total de 2024. O caso de Black levantou questões éticas, pois ele é o primeiro prisioneiro com deficiência intelectual executado desde a reinstauração da pena de morte em Tennessee na década de 1970.
O governador do Tennessee, Bill Lee, e a Suprema Corte dos EUA negaram pedidos de clemência, afirmando que a execução era legal. A defesa de Black ressaltou que ele não representava mais uma ameaça à sociedade e que sua condição de saúde deteriorada tornava a execução inumana. A irmã de uma das vítimas expressou alívio com a execução, afirmando que Black “trouxe isso sobre si mesmo”.
Entre na conversa da comunidade