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Trump usa anúncio de Sydney Sweeney para criticar novamente Taylor Swift

Donald Trump intensifica críticas a Taylor Swift e defende marcas republicanas em meio a polêmicas sobre posturas "woke"

A cantora Taylor Swift, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a atriz Sydney Sweeney. (Foto: GETTY)
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  • Donald Trump criticou novamente a cantora Taylor Swift, reavivando uma rivalidade que começou em 2018.
  • Em uma postagem, Trump elogiou a atriz Sydney Sweeney, registrada como republicana, e afirmou que Swift está em declínio.
  • Ele mencionou que Swift foi vaiada durante o Super Bowl e não está mais na moda.
  • Trump também atacou marcas que adotaram posturas “woke”, como Jaguar e Bud Light, alegando que isso afetou suas vendas.
  • A marca American Eagle defendeu sua campanha publicitária, afirmando que não houve intenção de ofender.

Donald Trump voltou a criticar a cantora Taylor Swift, reavivando uma rivalidade que começou em 2018, quando ela se posicionou a favor dos democratas. Recentemente, Trump elogiou a atriz Sydney Sweeney, registrada como republicana, e atacou marcas que adotaram posturas “woke”, como Jaguar e Bud Light, alegando que isso prejudicou suas vendas.

Em uma postagem em sua rede social, Trump afirmou que enquanto Sweeney está gerando sucesso com seu anúncio para a marca American Eagle, Swift e outras figuras que se identificam com o progressismo estão em declínio. “Olhem para a cantora woke Taylor Swift, que foi vaiada na Super Bowl e já não está na moda”, escreveu Trump. Ele também expressou apoio a Sweeney, destacando que seu anúncio é um sucesso de vendas.

A rivalidade entre Trump e Swift se intensificou ao longo dos anos, especialmente após a artista apoiar a vice-presidente Kamala Harris em 2024. Em resposta, Trump declarou em sua rede social: “ODIO A TAYLOR SWIFT”. Além disso, ele criticou marcas que, segundo ele, sofreram perdas financeiras por adotar posturas progressistas, usando o lema “Go woke, go broke” para reforçar sua narrativa.

Trump também se referiu a um anúncio da Jaguar, que foi alvo de críticas por sua abordagem inclusiva, e à Bud Light, que enfrentou um boicote por contratar uma mulher trans. “A destruição do valor de mercado da Bud Light é sem precedentes”, afirmou o ex-presidente. A marca American Eagle, por sua vez, defendeu sua campanha, afirmando que não houve intenção de ofender ou reforçar estereótipos.

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