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Agosto Lilás promove conscientização e combate à violência contra mulheres

Nova legislação no Rio de Janeiro fortalece proteção às vítimas de violência doméstica em condomínios e amplia acesso a suporte jurídico e psicológico

Violência contra a mulher é percebida de maneira diferente entre gerações (Foto: Freepik)
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  • A violência doméstica é um problema global que afeta milhões de mulheres, manifestando-se em abuso físico, emocional e psicológico.
  • A advogada Letícia Peres destaca a importância de intervenções terapêuticas e jurídicas para as vítimas.
  • A nova Lei 8913/25, sancionada no Rio de Janeiro, exige a denúncia formal de casos de violência em condomínios.
  • As vítimas podem denunciar pelo número 190 em casos de violência física e pelo 180 para outras formas de abuso.
  • A conscientização e a educação sobre a violência doméstica são essenciais para romper o ciclo de abuso e garantir um futuro mais seguro.

A violência doméstica continua a ser um problema alarmante, afetando milhões de mulheres globalmente. Essa questão se manifesta em diversas formas, como abuso físico, emocional e psicológico, resultando em sérias consequências para a saúde mental das vítimas.

A advogada Letícia Peres, especialista em Direito das Famílias, enfatiza a necessidade de intervenções terapêuticas e jurídicas para as mulheres que sofrem com essa realidade. Ela destaca que o ambiente de constante medo pode levar a um estado de alerta permanente, dificultando o bem-estar emocional. O sofrimento psicológico intenso pode resultar em transtornos como depressão e ansiedade, criando um ciclo de dependência emocional que é difícil de romper.

Recentemente, o estado do Rio de Janeiro sancionou a Lei 8913/25, que obriga a denúncia formal de casos de violência doméstica ocorridos em condomínios. Essa legislação visa aumentar a proteção às vítimas e garantir que os casos sejam reportados às autoridades competentes. Letícia ressalta que é fundamental que as mulheres tenham acesso a múltiplas modalidades de cuidado, incluindo atendimento psicológico e assistência jurídica.

Para denunciar, as vítimas podem acionar o 190 em casos de violência física ou o 180 para outras formas de abuso. Além disso, as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) e serviços municipais, como o número 1746 no RJ, oferecem suporte. A advogada enfatiza que a conscientização e a educação sobre a violência doméstica são essenciais para romper o ciclo de abuso e promover um futuro mais seguro para as mulheres.

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