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Bolsonaristas se acorrentam em protesto no plenário do Senado durante votação

Senadores bolsonaristas pressionam por anistia e impeachment de Moraes, enquanto ocupam mesa da presidência do Senado em protesto.

Movimento é liderado por Magno Malta e Jorge Seif e conta com Congressistas de diversos partidos de direita. (Foto: Ascom Jorge Seif)
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  • Senadores bolsonaristas se acorrentaram à mesa da presidência do Senado em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF).
  • A ação, liderada por Magno Malta e Jorge Seif, busca pressionar o Congresso a discutir demandas como a anistia para os envolvidos nos atos de oito de janeiro e o impeachment de Moraes.
  • Os parlamentares afirmam que a ocupação da mesa só terminará se o “pacote da paz” for debatido.
  • Entre as reivindicações estão a anistia ampla e irrestrita para todos os participantes dos eventos de janeiro e o fim do foro privilegiado.
  • A mobilização gerou reações diversas, com líderes governistas criticando as ações como uma tentativa de transformar o ambiente legislativo em um campo de batalha política.

Senadores bolsonaristas se acorrentaram à mesa da presidência do Senado nesta quarta-feira, 6, em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A ação, liderada por Magno Malta e Jorge Seif, busca pressionar o Congresso a pautar demandas como a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e o impeachment de Moraes.

Os parlamentares afirmam que a ocupação da mesa só terminará se o chamado “pacote da paz” for discutido. Entre as reivindicações estão: anistia ampla e irrestrita para todos os participantes dos eventos de janeiro, o impeachment de Moraes e o fim do foro privilegiado, que transferiria processos de figuras públicas para a primeira instância.

A mobilização dos bolsonaristas, que inclui vigílias nos plenários, tem gerado reações diversas. Os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, respectivamente, condenaram as ações e afirmaram que a resolução da crise deve ocorrer por meio do diálogo. Enquanto isso, os bolsonaristas prometem obstruir o início das sessões legislativas até que suas demandas sejam atendidas.

A situação no Congresso reflete um clima de tensão crescente, com líderes governistas criticando as ações dos bolsonaristas como uma tentativa de transformar o ambiente legislativo em um campo de batalha política. A deputada Maria do Rosário descreveu a obstrução como uma atitude autoritária que não deve ser tolerada.

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