- O governo do Rio de Janeiro, liderado por Cláudio Castro, anunciou pacotes de projetos prioritários para votação na Assembleia Legislativa (Alerj) neste segundo semestre.
- As propostas incluem o fim das “saidinhas” temporárias de presos e das visitas íntimas, visando fortalecer a segurança pública.
- O pacote também prevê a convocação de três mil policiais militares da reserva e a reorganização da estrutura da Polícia Civil.
- Na área econômica, o governo planeja revisar incentivos fiscais, propor um novo programa de refinanciamento de dívidas e vender cerca de 50 imóveis sem uso.
- As medidas visam arrecadar até R$ 5,3 bilhões e reequilibrar as contas do estado, que ainda opera sob o Regime de Recuperação Fiscal.
O governo do Rio de Janeiro, liderado por Cláudio Castro, anunciou pacotes de projetos prioritários para votação na Assembleia Legislativa (Alerj) neste segundo semestre. As propostas incluem medidas para segurança pública e economia, com o objetivo de arrecadar até R$ 5,3 bilhões.
Entre as iniciativas mais controversas está o fim das “saidinhas” temporárias de presos e das visitas íntimas no sistema penitenciário. O secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, destacou que essas medidas visam fortalecer a segurança e minimizar vulnerabilidades no controle de detentos. Castro acredita que o debate sobre essas questões é necessário e que a Assembleia e a sociedade devem participar ativamente.
O pacote de segurança também prevê a convocação de três mil policiais militares da reserva e a reorganização da estrutura da Polícia Civil, reduzindo o número de carreiras de mais de dez para apenas três. Além disso, será facilitada a instalação de câmeras de monitoramento em postes, ampliando o videomonitoramento urbano.
Na esfera econômica, o governo planeja revisar incentivos fiscais, propor um novo programa de refinanciamento de dívidas e vender cerca de 50 imóveis sem uso. As medidas visam reequilibrar as contas do estado, que ainda opera sob o Regime de Recuperação Fiscal e tem a dívida com a União congelada até o fim do ano. A expectativa é que os projetos sejam protocolados nas próximas semanas, em meio ao calendário eleitoral.
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