- O presidente do Progressistas (PP), Ciro Nogueira, afirmou que não apoiará o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
- Nogueira classificou a proposta como uma “pauta impossível” devido à falta de apoio no Senado.
- Ele destacou que não há os 54 senadores necessários para aprovar a iniciativa.
- A pressão por essa votação aumentou após os eventos de 8 de janeiro, quando ocorreram tentativas de golpe.
- O artigo 52 da Constituição Federal prevê que cabe ao Senado processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de responsabilidade.
O cenário político brasileiro continua tenso, especialmente entre bolsonaristas e o Supremo Tribunal Federal (STF). Em meio a essa polarização, o presidente do Progressistas (PP), Ciro Nogueira, afirmou que não apoiará o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, considerando-o uma “pauta impossível”.
Nogueira, que também foi ministro da Casa Civil durante o governo de Jair Bolsonaro, destacou a falta de apoio no Senado para viabilizar tal iniciativa. “Não temos 54 senadores para aprovar”, afirmou ao site Metrópoles. A pressão por essa votação se intensificou após os eventos de 8 de janeiro, quando ocorreram tentativas de golpe, levando bolsonaristas a ocuparem os plenários da Câmara e do Senado.
Pressão Política
Os manifestantes buscam não apenas a anistia para os golpistas, mas também a abertura do processo de impeachment de Moraes, uma decisão que cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Nogueira, com 32 anos de experiência política, enfatizou que não perderá tempo com pautas sem chance de sucesso, reforçando sua postura pragmática.
O artigo 52 da Constituição Federal estabelece que cabe ao Senado processar e julgar ministros do STF por supostos crimes de responsabilidade. Contudo, a atual falta de apoio no Senado torna essa possibilidade remota, conforme analisado por Nogueira. A situação reflete a complexidade do ambiente político brasileiro, onde as tensões entre diferentes grupos continuam a moldar o debate legislativo.
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