- A engenheira de software Mansi Singhal, da Microsoft em Hyderabad, viralizou ao compartilhar um vídeo de sua rotina de trabalho.
- O vídeo mostra longas pausas para café da manhã e atividades recreativas, gerando críticas sobre sua produtividade.
- Usuários comentaram que sua carga horária de trabalho seria de apenas quatro a seis horas diárias.
- Após a repercussão negativa, Singhal esclareceu que sua rotina é mais exigente do que parece.
- A situação ocorre em um contexto de demissões na Microsoft, que cortou mais de 9.000 postos de trabalho, representando cerca de 4% de sua força global.
A engenheira de software Mansi Singhal, de 24 anos, da Microsoft em Hyderabad, gerou polêmica ao compartilhar um vídeo de sua rotina de trabalho nas redes sociais. O conteúdo, que se tornou viral, mostra longas pausas para café da manhã e atividades recreativas, levando muitos a questionarem sua produtividade.
No vídeo, Singhal dedica cerca de 45 minutos ao café da manhã e faz várias pausas ao longo do dia, o que gerou comentários como “80% comida e 20% trabalho”. Usuários estimaram que sua carga horária de trabalho seria de apenas quatro a seis horas diárias. Um dos comentários mais compartilhados criticou a falta de retorno ao trabalho após o almoço, enquanto outros ironizaram a comparação com uma “creche para adultos”.
Reação e Esclarecimentos
Após a repercussão negativa, Mansi Singhal esclareceu que seu objetivo era mostrar o “lado bom” de ser desenvolvedora. Ela enfatizou que sua rotina é mais exigente do que aparenta. Um ex-funcionário da Microsoft defendeu a engenheira, afirmando que seu cronograma reflete dedicação.
O vídeo viralizou em um momento crítico para a Microsoft, que anunciou cortes de mais de 9.000 postos de trabalho, representando cerca de 4% de sua força global. Esses cortes fazem parte de uma reestruturação interna focada em otimizar operações e concentrar recursos em inteligência artificial, afetando áreas como vendas e engenharia.
Contexto de Demissões
Essas demissões seguem uma onda anterior que eliminou 6.000 postos em maio. A Microsoft busca simplificar sua estrutura de gestão e se adaptar às novas demandas do mercado. A situação de Singhal, embora controversa, reflete um debate mais amplo sobre a cultura de trabalho nas grandes empresas de tecnologia e a percepção de produtividade em tempos de reestruturação.
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