- O CEO do Itaú, Milton Maluhy Filho, não comentou sobre a possibilidade de sanções da Lei Magnitsky a outras autoridades durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre.
- Ele foi questionado sobre as sanções ao ministro Alexandre de Moraes, mas preferiu não especular.
- A Lei Magnitsky permite sanções a indivíduos e empresas por corrupção e violações de direitos humanos.
- O Itaú reportou lucro líquido recorrente de R$ 11,5 bilhões, um aumento de 14,3% em relação ao ano anterior.
- Maluhy destacou a conformidade do banco com legislações locais e internacionais nos 19 países onde atua.
O CEO do Itaú, Milton Maluhy Filho, evitou comentar sobre a possibilidade de extensão das sanções da Lei Magnitsky a outras autoridades durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre. O executivo foi questionado sobre as sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, e preferiu não especular. “Discutir extensão é algo que eu prefiro não comentar”, afirmou Maluhy.
A Lei Magnitsky, de origem norte-americana, permite a aplicação de sanções a indivíduos e empresas por corrupção e violações de direitos humanos. Recentemente, o governo dos EUA anunciou sanções ao ministro Moraes, o que trouxe a legislação novamente ao centro das atenções, especialmente em um momento em que empresas brasileiras estão sob investigação nos Estados Unidos.
Maluhy destacou que o Itaú opera em conformidade com as legislações locais e internacionais nos 19 países em que atua. “Cumprimos rigorosamente as leis de todas as jurisdições onde estamos”, disse. O CEO também mencionou a importância de seguir normas internacionais, considerando as relações comerciais com fornecedores e outros bancos.
No segundo trimestre de 2025, o Itaú reportou um lucro líquido recorrente de R$ 11,5 bilhões, um aumento de 14,3% em relação ao ano anterior, alinhado com as expectativas do mercado. O desempenho financeiro sólido reflete a estratégia do banco em manter a conformidade legal e a integridade em suas operações.
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