- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, chamou seu antecessor Jair Bolsonaro de “traidor” em entrevista à agência Reuters.
- Lula criticou a interferência do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas questões da Justiça brasileira, considerando-a “inadmissível”.
- O combate à fome no Brasil foi destacado como prioridade do governo, com Lula alertando que a derrota nas próximas eleições pode levar o país de volta ao “mapa da fome”.
- Ele afirmou que um presidente que permite que pessoas passem fome deve ser “decapitado”.
- Lula declarou que seu objetivo é “fazer mais” e se tornar “mais esquerdista e mais socialista”, enfatizando a responsabilidade do governo em garantir a alimentação para todos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à agência Reuters, chamou seu antecessor Jair Bolsonaro de “traidor” e criticou a interferência do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, nas questões da Justiça brasileira. Lula afirmou que essa intromissão é “inadmissível”, destacando que um país soberano como o Brasil não deve aceitar imposições externas.
Durante a conversa, Lula também abordou a questão da fome no Brasil, enfatizando que o combate a esse problema é uma prioridade de seu governo. Ele expressou que, se derrotado nas próximas eleições, o país poderá retornar ao “mapa da fome”. O presidente ressaltou que a responsabilidade do governo é garantir que ninguém passe fome, afirmando que um presidente que permita tal situação deve ser “decapitado”.
Lula, que já foi presidente por três mandatos, declarou que seu desafio é “fazer mais” e que isso o levará a se tornar “mais esquerdista e mais socialista”. Ele acredita que há muito a ser feito e que a fome deve ser uma “obrigatoriedade constitucional” para qualquer governo. A reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, onde Lula fez essas declarações, foi marcada por um forte apelo à ação e à responsabilidade social.
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