- O Partido Progressista (PP) e o União Brasil anunciaram adesão à obstrução da oposição no Congresso em protesto à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A decisão foi divulgada pelos presidentes dos partidos, Antônio de Rueda e Ciro Nogueira, que destacaram a necessidade de diálogo para resolver problemas do país.
- A obstrução inclui a orientação da bancada para não registrar presença nas votações.
- Na terça-feira, a oposição já havia ocupado a Mesa Diretora das duas Casas do Congresso, impedindo votações.
- Ciro Nogueira visitou Bolsonaro e afirmou que, apesar da tristeza pela situação, o ex-presidente ainda acredita no futuro do Brasil.
BRASÍLIA – O PP e o União Brasil anunciaram, nesta quarta-feira, 6, a adesão à obstrução promovida pela oposição no Congresso, em resposta à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão visa protestar contra a detenção e enfatiza a necessidade de diálogo para resolver os problemas do país.
A nota divulgada pelos presidentes dos partidos, Antônio de Rueda (União Brasil) e Ciro Nogueira (PP), destaca que a obstrução é um movimento legítimo e que a bancada foi orientada a não registrar presença nas votações. “O Brasil precisa virar essa página e voltar a focar em pautas que resolvam os problemas econômicos, sociais e de insegurança”, afirmaram.
Na terça-feira, a oposição já havia ocupado a Mesa Diretora das duas Casas do Congresso, impedindo votações. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), conversou com os presidentes de partidos para avaliar a força da oposição, que conta com 110 deputados e 14 senadores entre PP e União Brasil.
Ciro Nogueira também visitou Bolsonaro, expressando que, apesar da tristeza pela situação, o ex-presidente ainda acredita no futuro do país. O ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), do PP, classificou a prisão de Bolsonaro como “exagerada” e que acirra os ânimos em um Brasil já polarizado.
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