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Comissários são denunciados por assédio durante voo de personal trainer ao Brasil

TAAG Airlines investiga assédio a passageira durante voo; advogado prepara ação por importunação sexual e alerta sobre denúncias de crimes

Personal trainer Taíssa Batista Tucci (Foto: Arquivo pessoal)
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  • Taíssa Batista Tucci, personal trainer, denunciou assédio durante voo da TAAG Airlines de Luanda a São Paulo.
  • O incidente ocorreu na madrugada de domingo, enquanto ela retornava ao Brasil após intercâmbio na África do Sul.
  • Taíssa relatou que um tripulante fez comentários constrangedores ao abordá-la no banheiro.
  • A TAAG Airlines lamentou o ocorrido, abriu investigação interna e pediu desculpas pela situação.
  • O advogado de Taíssa está preparando uma ação por importunação sexual e assédio, destacando a importância de denunciar esses crimes.

Taíssa Batista Tucci, uma personal trainer de 30 anos, denunciou ter sido vítima de assédio durante um voo da TAAG Airlines, que partiu de Luanda, em Angola, com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O incidente ocorreu na madrugada do último domingo (3), enquanto Taíssa retornava ao Brasil após um intercâmbio na África do Sul.

A passageira relatou que, ao se dirigir ao banheiro, foi abordada por um dos tripulantes, que fez comentários constrangedores. Taíssa se sentiu intimidada e optou por não reagir de forma mais incisiva, devido ao medo e à sensação de vulnerabilidade, já que estava sozinha com três homens. Após o ocorrido, ela registrou uma queixa na polícia e utilizou suas redes sociais para expor a situação.

A TAAG Airlines lamentou “profundamente o ocorrido” e informou que abriu uma investigação interna. A companhia pediu desculpas pela “situação extremamente desconfortável e inaceitável” e destacou que o ambiente a bordo deve ser seguro e respeitoso para todos os passageiros. Além disso, a empresa afirmou que tomará as medidas necessárias para evitar que situações semelhantes se repitam.

O advogado de Taíssa, Daniel Blanck, está preparando uma ação por importunação sexual e assédio contra a companhia. Ele ressaltou que, mesmo ocorrendo em espaço aéreo internacional, os crimes têm conexão com o Brasil, pois a passagem foi adquirida aqui. O objetivo da ação é alertar as mulheres sobre a importância de denunciar esse tipo de crime. Blanck também orientou que, em casos semelhantes, os passageiros devem registrar a situação imediatamente e procurar a Polícia Federal ao desembarcar.

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