- A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, elogiou os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, por desocupar as mesas ocupadas por bolsonaristas.
- A ação foi considerada essencial para retomar as pautas legislativas do país em um clima de tensão política.
- Gleisi afirmou que os interesses do país não devem ser submetidos às chantagens de aliados de Jair Bolsonaro.
- A retomada das atividades legislativas é importante para a votação de propostas como a isenção do Imposto de Renda para valores até R$ 5 mil e a PEC da Segurança.
- Após a prisão domiciliar de Bolsonaro, o Congresso enfrentou protestos e obstruções, mas os trabalhos foram restabelecidos.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, elogiou nesta quinta-feira (26) os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, respectivamente, por desocupar as mesas das casas legislativas, que estavam ocupadas por bolsonaristas. A ação foi vista como essencial para retomar as pautas legislativas do país, em meio a um clima de tensão política.
Gleisi destacou que os presidentes agiram corretamente ao enfrentar a obstrução promovida pela oposição, que tentava impedir o funcionamento do Congresso. Em suas redes sociais, a ministra afirmou que os interesses do país não podem ser submetidos às chantagens dos aliados de Jair Bolsonaro. A retomada das atividades legislativas é crucial, especialmente para a votação de propostas importantes, como a isenção do Imposto de Renda para valores até R$ 5 mil e a PEC da Segurança.
Após a prisão domiciliar de Bolsonaro, o clima no Congresso se intensificou, levando a protestos e tentativas de obstrução. Na noite de quarta-feira (25), Motta conseguiu abrir a sessão da Câmara, criticando a obstrução e reafirmando a necessidade de avançar nas pautas prioritárias. No Senado, os trabalhos foram retomados nesta quinta-feira, sinalizando um esforço conjunto para restabelecer a normalidade legislativa.
A ministra também enfatizou que a pauta do país deve focar em questões relevantes para a população, e não em tentativas de anistia a golpistas. A expectativa é que, com a desocupação das mesas, o Congresso possa avançar em votações que impactam diretamente a vida dos cidadãos.
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