- A Polícia Federal deflagrou a Operação Ilicitudes para investigar corrupção e fraudes eleitorais na Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) em 7 de setembro.
- O governo de Goiás, liderado por Ronaldo Caiado, afirmou que a Seduc não foi alvo da operação e que nenhum servidor foi notificado.
- O comunicado oficial destacou que não houve busca e apreensão nas instalações da Seduc.
- A investigação mencionou um funcionário terceirizado desligado em 2022, mas o governo reafirmou seu compromisso com a transparência.
- A Polícia Federal não detalhou os motivos da operação, mas a situação gera preocupações sobre a integridade do processo eleitoral na educação pública do estado.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma investigação sobre corrupção e fraudes eleitorais na gestão da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc), com mandados expedidos pela Justiça Federal. A operação, chamada de Operação Ilicitudes, ocorreu nesta quinta-feira, 7 de setembro.
Em resposta, o governo de Goiás, liderado por Ronaldo Caiado, divulgou uma nota afirmando que a Seduc não foi alvo da operação. “Nenhum servidor da Seduc foi notificado sobre a operação ou procurado pela PF,” destacou o comunicado oficial. A nota também esclareceu que não houve busca e apreensão nas instalações da secretaria em Goiânia ou em suas unidades administrativas.
A investigação mencionou um funcionário de uma empresa terceirizada que foi desligado da Seduc em 2022. O governo goiano reafirmou seu compromisso com a transparência e informou que está em contato com as autoridades para obter mais informações sobre o caso.
A PF não detalhou os motivos da operação, mas a situação levanta preocupações sobre a integridade do processo eleitoral na educação pública do estado. O governo de Goiás, por sua vez, se comprometeu a colaborar com as investigações e a esclarecer os fatos.
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