- Elias Rodriguez, de 31 anos, foi indiciado por homicídio e crime de ódio após atirar em dois funcionários da Embaixada de Israel em um evento no Museu Judaico do Capitólio, em Washington, D.C.
- O ataque ocorreu em 22 de maio e resultou na morte de Yaron Lischinsky, de 30 anos, e Sarah Lynn Milgrim, de 26 anos.
- Rodriguez disparou 20 vezes com uma arma de fogo de 9mm e, após o ataque, gritou “Free Palestine”.
- O indiciamento destaca que a morte de uma das vítimas foi “especialmente hedionda, cruel e depravada”.
- Se condenado, Rodriguez pode enfrentar a pena de morte, e o caso levanta preocupações sobre a segurança de representantes israelenses nos Estados Unidos.
Um homem identificado como Elias Rodriguez, de 31 anos, foi indiciado por homicídio e crime de ódio após atirar em dois funcionários da Embaixada de Israel em um evento no Museu Judaico do Capitólio, em Washington, D.C. O ataque ocorreu em 22 de maio e resultou na morte de Yaron Lischinsky, de 30 anos, e Sarah Lynn Milgrim, de 26 anos, que estavam presentes para um evento da AJC Young Diplomats.
Rodriguez é acusado de disparar 20 vezes com uma arma de fogo de 9mm, atingindo ambos os funcionários. Após o ataque, ele entrou no museu e gritou “Free Palestine”, segundo relatos de testemunhas. O indiciamento destaca que a morte de uma das vítimas ocorreu de maneira “especialmente hedionda, cruel e depravada”.
As autoridades também mencionaram que Rodriguez havia postado em redes sociais sobre “atrocidades” cometidas por Israel em Gaza. O caso gerou preocupações sobre a segurança de representantes israelenses nos Estados Unidos. Um porta-voz da Embaixada de Israel pediu proteção para seus representantes e comunidades judaicas no país.
Se condenado, Elias Rodriguez pode enfrentar a pena de morte. O ex-presidente Donald Trump se manifestou nas redes sociais, afirmando que “o ódio e o radicalismo não têm lugar nos EUA”. O caso continua a ser investigado, enquanto a comunidade judaica expressa sua preocupação com a crescente violência e o antissemitismo.
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