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Trump assina medida contra discriminação política em bancos conservadores

Trump busca garantir acesso financeiro a conservadores e setores marginalizados, desafiando práticas de desbancarização em grandes bancos

Trump ao lado de um busto do presidente Abraham Lincoln (Foto: AFP)
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  • O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva para acabar com práticas de desbancarização que negam serviços financeiros por motivos ideológicos.
  • A medida orienta reguladores a revisar políticas que discriminam conservadores, fabricantes de armas e empresas de criptomoedas.
  • A ordem determina a remoção de referências ao “risco reputacional” das diretrizes bancárias e a identificação de instituições que praticam desbancarização ilegal.
  • Trump afirmou que nenhum americano deve ser privado de serviços financeiros por suas crenças políticas ou religiosas.
  • Os bancos negam discriminação e afirmam seguir normas rigorosas de conformidade, enquanto projetos de lei buscam garantir acesso justo a serviços financeiros.

O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva nesta quinta-feira, com o intuito de acabar com práticas de desbancarização que negam serviços financeiros a clientes por motivos ideológicos. A medida, anunciada pela Casa Branca, orienta reguladores a revisar e corrigir políticas que discriminam conservadores, fabricantes de armas e empresas de criptomoedas.

A ordem executiva determina que os reguladores federais do setor bancário removam referências ao chamado “risco reputacional” de suas diretrizes. Além disso, as autoridades devem identificar instituições que tenham praticado desbancarização ilegal e aplicar sanções, como multas. O documento também exige que os bancos analisem seus processos de encerramento de contas e reintegrem clientes que foram indevidamente excluídos.

Trump afirmou que “nenhum americano deve ser privado de acesso a serviços financeiros por causa de suas crenças políticas ou religiosas”. Ele criticou grandes bancos, como o JPMorgan Chase e o Bank of America, por supostamente encerrarem contas de clientes com base em suas convicções. O presidente relatou que o JPMorgan pediu que ele fechasse contas antigas e que o Bank of America teria recusado um depósito significativo.

Reação do Setor Bancário

Os bancos negam as acusações de discriminação e afirmam que seguem rigorosas normas de conformidade. O Citigroup, por exemplo, já eliminou restrições a comerciantes de armas, enquanto o Bank of America revisou suas políticas de financiamento ao setor de energia. A ordem de Trump surge em um contexto de crescente preocupação entre conservadores sobre a atuação de instituições financeiras.

Recentemente, projetos de lei foram reintroduzidos no Congresso para proibir bancos de acessar programas de crédito se negarem “acesso justo” a seus serviços. A “Lei de Acesso Justo ao Sistema Bancário” ganhou apoio de grupos da indústria de armas, refletindo um movimento em defesa da inclusão financeira.

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