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PL denuncia Camila Jara por suposta agressão a Nikolas na Câmara dos Deputados

Deputado protocolou representação após confusão no plenário; Camila Jara nega agressão e critica campanha de perseguição nas redes sociais

Deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Camila Jara (PT-MS) (Foto: Vinicius Loures e Divulgação)
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  • O deputado federal Sóstenes Cavalcante protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara contra Camila Jara por suposta agressão a Nikolas Ferreira.
  • O incidente ocorreu durante uma obstrução física no plenário, onde a oposição tentava impedir a votação de projetos de lei, incluindo um sobre anistia a manifestantes.
  • Ferreira alegou que Jara o agrediu durante um tumulto, mas Jara nega a agressão e afirma que estava em tratamento contra câncer.
  • O líder do PL afirmou que a “agressão covarde” não ficará impune e que a imunidade parlamentar não justifica atos de violência.
  • O tumulto no plenário impediu a votação de outras matérias importantes, como a proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda.

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara contra Camila Jara (PT-MS) por suposta agressão ao colega Nikolas Ferreira (PL-MG). O incidente ocorreu durante uma obstrução física no plenário, onde a oposição tentava impedir a votação de projetos de lei, incluindo um que amplia a anistia a manifestantes.

A acusação de Ferreira é de que Jara o agrediu durante um tumulto que se formou enquanto os parlamentares tentavam desocupar a mesa da presidência. Camila Jara nega a agressão, afirmando que estava em tratamento contra câncer e que apenas reagiu ao aperto da multidão. Em suas redes sociais, Jara destacou que sua estatura e peso a tornam incapaz de agredir alguém fisicamente.

O líder do PL, ao anunciar a representação, afirmou que a “agressão covarde” não ficará impune e que a imunidade parlamentar não deve ser usada como justificativa para atos de violência. Jara, por sua vez, repudiou o que chamou de “campanha de perseguição” nas redes sociais e reafirmou seu compromisso com o diálogo e a democracia.

Contexto da Confusão

O tumulto no plenário se intensificou após mais de 30 horas de obstrução por parte da oposição, que se recusava a liberar os trabalhos até que o projeto de anistia fosse pautado. A situação se agravou com a chegada do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e a tentativa de retirada dos manifestantes que ocupavam a mesa da presidência. Vídeos do momento mostram um ambiente caótico, com grande movimentação de pessoas.

A confusão não apenas gerou tensões entre os parlamentares, mas também impediu a votação de outras matérias importantes, como a proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até dois salários mínimos, considerada prioritária por muitos deputados.

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