- O Departamento de Estado dos Estados Unidos não planeja novas sanções contra o Brasil.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca apoio do Brics contra os EUA, especialmente da Índia, que está insatisfeita com tarifas elevadas.
- As tarifas comerciais impostas pelo governo de Donald Trump ainda estão em vigor e geram discussões sobre a balança comercial brasileira.
- Lula afirmou que não procuraria Trump para não se humilhar e fez uma ligação ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
- Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo articulam uma reunião com funcionários do governo americano para discutir a situação política e jurídica do Brasil.
O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, impôs tarifas comerciais que impactaram diversos países, incluindo o Brasil. Recentemente, o Departamento de Estado americano anunciou que não planeja novas sanções contra o Brasil, em um momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca mobilizar o Brics contra os EUA, aproveitando a insatisfação da Índia com tarifas elevadas.
As tarifas de Trump, que ainda estão em vigor, têm gerado discussões sobre seus efeitos na balança comercial brasileira. José Roberto Mendonça de Barros analisa que o “tarifaço” dos EUA teve como objetivo rebater o estigma autoritário da esquerda. A aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, foi o último movimento concreto do governo americano, seguido por uma ordem de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, que gerou controvérsias e críticas.
Lula, em entrevista à Reuters, afirmou que não procuraria Trump para não se humilhar. Ele também fez uma ligação ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, buscando apoio do Brics contra os EUA. O presidente brasileiro tenta capitalizar o desconforto indiano com a imposição de tarifas de 25% sobre importações da Rússia, que elevou a alíquota a 50%.
Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo articulam uma reunião com funcionários do governo americano para discutir a situação política e jurídica do Brasil. A tensão entre os dois países parece interessar politicamente a Lula, que busca fortalecer sua posição no cenário internacional.
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