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Rússia, China, França e Reino Unido exigem ações de Israel no Conselho de Segurança

Conflito em Gaza se agrava com novo plano militar de Israel, enquanto ONU avalia risco de genocídio e potências reagem ao cenário tenso

Reunião do Conselho de Segurança da ONU neste domingo 10 de agosto (Foto: Selcuk Acar/Anadolu/Getty Images)
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  • A situação em Gaza se intensifica com um novo plano militar de Israel, que foi criticado por Rússia, China, França e Reino Unido em reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
  • Os Estados Unidos reafirmaram seu apoio a Israel, afirmando que cabe ao país decidir sobre sua segurança.
  • O embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour, pediu intervenção do Conselho para evitar um possível genocídio, solicitando uma avaliação do plano do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
  • A representante dos Estados Unidos na ONU, Dorothy Shea, negou a alegação de genocídio, classificando-a como “categoricamente falsa”.
  • Netanyahu anunciou que a operação militar começará “muito em breve”, enquanto Israel afirmou que não pretende ocupar Gaza de forma permanente.

A situação em Gaza se intensifica com a nova operação militar de Israel, que foi criticada por Rússia, China, França e Reino Unido durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Os quatro países, membros permanentes do conselho, expressaram preocupações sobre as implicações do plano, enquanto os Estados Unidos reafirmaram seu apoio a Israel, afirmando que cabe ao país decidir sobre sua segurança.

O embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour, solicitou a intervenção do Conselho para evitar um possível genocídio, pedindo uma avaliação do plano do premiê Benjamin Netanyahu, que visa avançar sobre a Cidade de Gaza e áreas de refugiados. Em resposta, a representante dos EUA, Dorothy Shea, classificou como “categoricamente falso” que um genocídio esteja em andamento.

Netanyahu anunciou que a operação começará “muito em breve”, enquanto o representante adjunto de Israel, Jonathan Miller, garantiu que o país não pretende ocupar Gaza de forma permanente. O cenário atual levanta preocupações sobre a segurança e os direitos humanos na região, com a comunidade internacional atenta aos desdobramentos do conflito.

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