- Mohamed Salah questionou a União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) sobre a morte do jogador palestino Suleiman al-Obeid, que ocorreu durante um ataque israelense em Gaza.
- Al-Obeid, conhecido como o “Pelé palestino”, tinha 41 anos e marcou mais de 100 gols em sua carreira, que durou de 2007 a 2023.
- A UEFA prestou homenagem a Al-Obeid em uma postagem nas redes sociais, mas Salah pediu esclarecimentos sobre as circunstâncias de sua morte.
- Salah já havia se manifestado anteriormente sobre a guerra em Gaza, pedindo ajuda humanitária e expressando sua dor em relação ao sofrimento na região.
- A guerra em Gaza, iniciada após um ataque do Hamas em outubro de 2023, resultou em mais de 60 mil mortes, incluindo 50 mil crianças, segundo autoridades locais.
Mohamed Salah, atacante do Liverpool, questionou a UEFA sobre a morte do jogador palestino Suleiman al-Obeid, ocorrida durante um ataque israelense em Gaza. Al-Obeid, conhecido como o “Pelé palestino”, foi morto aos 41 anos, segundo a Associação Palestina de Futebol (PFA). Durante sua carreira, que se estendeu de 2007 a 2023, ele marcou mais de 100 gols e atuou 24 vezes pela seleção nacional.
A UEFA prestou homenagem a Al-Obeid em uma postagem nas redes sociais, destacando seu talento e impacto positivo em meio a dificuldades. No entanto, Salah respondeu à publicação, pedindo esclarecimentos sobre as circunstâncias de sua morte: “Pode nos dizer como ele morreu, onde e por quê?” Essa indagação reflete a preocupação do jogador com a situação em Gaza, onde a violência tem causado grande sofrimento.
Salah, que já se manifestou anteriormente sobre a guerra entre Israel e Gaza, pediu ajuda humanitária e expressou sua dor em relação ao sofrimento na região. Em 2023, ele fez um apelo a líderes mundiais para que “terminem as massacres” e ofereçam assistência imediata a Gaza. Outros nomes do futebol, como Pep Guardiola, também têm se pronunciado sobre a crise, destacando a necessidade de atenção à situação humanitária.
A guerra em Gaza, que começou após um ataque do Hamas em outubro de 2023, resultou em um número alarmante de vítimas. Mais de 60 mil pessoas foram mortas, incluindo 50 mil crianças, segundo dados de autoridades locais. A situação continua a gerar reações de figuras públicas e organizações internacionais, que clamam por uma solução pacífica e humanitária.
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