- A oposição no Senado intensificou a coleta de assinaturas para o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Foram coletadas 41 assinaturas, mas apenas 40 senadores apoiam o pedido, pois uma suplente é contra.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a decisão sobre o impeachment é uma prerrogativa sua.
- A oposição considera o número de assinaturas simbólico, representando a maioria dos 81 senadores.
- A situação permanece tensa, com a oposição tentando pressionar Alcolumbre a considerar o pedido.
O movimento pela impeachment do ministro Alexandre de Moraes do STF ganhou força no Senado, especialmente após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A oposição já coletou 41 assinaturas, mas apenas 40 senadores apoiam efetivamente o pedido, pois uma das assinaturas é de uma suplente que se opõe ao afastamento.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a decisão sobre o pedido de impeachment é uma prerrogativa sua. Apesar da pressão, o pedido não tem efeito prático imediato. A oposição considera que o número de assinaturas é simbólico, representando a maioria dos 81 senadores e o mínimo necessário para avançar em uma etapa intermediária do processo.
A coleta de assinaturas foi intensificada por bolsonaristas após a prisão de Bolsonaro. A assinatura mais recente foi do senador Laércio Oliveira (PP-SE), que trouxe a contagem a 41. Contudo, a situação se complica, pois o senador Carlos Fávaro (Agricultura) é contra o impeachment, o que reduz o apoio efetivo a 40 senadores.
Além disso, a oposição enfrenta desafios com os suplentes. No caso de Fávaro, ele pode reassumir o mandato temporariamente, impedindo a suplente de votar. Outro suplente, Pedro Chaves (MDB-GO), também está na lista de apoio ao impeachment, mas sua posição segue a do titular, Vanderlan Cardoso (PSD-GO).
A situação no Senado continua tensa, com a oposição buscando formas de pressionar Alcolumbre a considerar o pedido de impeachment, enquanto a maioria dos senadores permanece cautelosa em relação ao desdobramento desse processo.
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