- O pastor evangélico Lucas Di Castro, de 35 anos, faleceu em 5 de agosto na Bolívia.
- Ele havia manifestado sofrimento emocional e buscado ajuda da liderança da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
- Edir Macedo, líder da IURD, fez declarações polêmicas sobre o suicídio, afirmando que o problema era pessoal e bloqueou comentários em suas redes sociais após críticas.
- A esposa de Lucas, Bruna Franciele Bortoto Menino, divulgou vídeos mostrando o pastor em colapso mental, contradizendo a versão da IURD.
- A IURD negou problemas de saúde mental do pastor, afirmando que ele estava em boa saúde e não sofria de depressão.
O pastor evangélico Lucas Di Castro, de 35 anos, faleceu em 5 de agosto na Bolívia, em um caso que levantou questões sobre saúde mental entre líderes religiosos. Lucas já havia manifestado sofrimento emocional e buscado ajuda da liderança da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
O líder da IURD, Edir Macedo, fez declarações controversas sobre o suicídio do pastor, afirmando que o problema era pessoal e que não se importava com a situação. “Morreu, acabou. Minha mãe morreu. Acabou, enterro e acabou”, disse Macedo durante uma live, o que gerou uma onda de críticas. Após a repercussão negativa, ele bloqueou comentários em suas redes sociais.
A esposa de Lucas, Bruna Franciele Bortoto Menino, divulgou vídeos que mostravam o pastor em estado de colapso mental, contradizendo a versão da IURD. A igreja emitiu uma nota lamentando a morte e negou que Lucas tivesse problemas de saúde mental, afirmando que ele estava em “boa saúde” e não sofria de depressão.
A situação trouxe à tona a discussão sobre a pressão enfrentada por líderes religiosos e a necessidade de apoio psicológico. A IURD classificou as informações sobre a saúde mental de Lucas como “falsas e prejudiciais”, reafirmando que não tinha conhecimento de qualquer problema que ele enfrentasse.
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