- João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi libertado após 88 dias de prisão preventiva na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro.
- A decisão do juiz André Felipe Veras de Oliveira incluiu o uso de tornozeleira eletrônica e a entrega do passaporte. Mendes também está proibido de sair do estado sem autorização.
- Ele foi preso por furto qualificado, após ser flagrado roubando obras de arte e objetos em um shopping e um hotel na Barra da Tijuca.
- A Justiça instaurou um incidente de insanidade mental para avaliar sua condição psicológica, com um laudo indicando evolução de bipolaridade para psicose maníaco-depressiva.
- Mendes já havia enfrentado polêmicas em sua carreira e renunciou ao cargo de CEO da Hurb após repercussões negativas relacionadas a ameaças a clientes.
João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi libertado após 88 dias de prisão preventiva na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro. A decisão do juiz André Felipe Veras de Oliveira incluiu medidas como o uso de tornozeleira eletrônica e a entrega do passaporte, além de restrições para sair do estado sem autorização. Mendes foi preso por furto qualificado, após ser flagrado roubando obras de arte e objetos em um shopping e um hotel na Barra da Tijuca.
A Justiça também instaurou um incidente de insanidade mental para avaliar a condição psicológica de Mendes. A defesa apresentou um laudo do psiquiatra Luiz Alberto Py, que indicou uma evolução de bipolaridade para psicose maníaco-depressiva, o que justifica a necessidade de perícia. Além das medidas de monitoramento, a defesa se comprometeu a manter o empresário sob acompanhamento clínico diário, com relatórios periódicos sobre seu estado de saúde.
Mendes, que já havia enfrentado polêmicas em sua carreira, renunciou ao cargo de CEO da Hurb após repercussões negativas relacionadas a ameaças a clientes e denúncias de ex-funcionários. Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais, mostrando-o correndo atrás do filho da atriz Luana Piovani com um lança-chamas de brinquedo, o que gerou indignação pública. A Justiça também proibiu Mendes de frequentar os locais onde ocorreram os crimes.
Entre na conversa da comunidade