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Familiares de advogada exigem justiça e radar eletrônico após tragédia em Vargem Pequena

Familiares de Ariane Carvalho da Silva clamam por justiça e pedem instalação de radar após acidente fatal com ex-jogador Plácido Moreira da Costa

Irmã da advogada Ariane Carvalho da Silva conta que ela tinha acabado de deixar o filho de 3 anos na creche antes de ser atropelada pelo ex-jogador de futebol (Foto: Reprodução/ BDRJ TV Globo)
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  • Ariane Carvalho da Silva, advogada de 41 anos, foi atropelada pelo ex-jogador Plácido Moreira da Costa na manhã de sexta-feira, na Estrada dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
  • O acidente resultou na morte de Ariane e ferimentos em outras três pessoas. Plácido responderá por homicídio culposo.
  • Familiares de Ariane protestaram pedindo justiça e a instalação de um radar no local do acidente.
  • Um laudo pericial indicou alterações psicomotoras em Luan, que se recusou a fazer exame de urina e foi preso após comportamento agressivo.
  • O delegado Alan Luxardo investiga o caso e afirma que Luan estava em alta velocidade e que o sinal estava fechado para os veículos.

Ariane Carvalho da Silva, uma advogada de 41 anos, foi atropelada pelo ex-jogador Plácido Moreira da Costa, resultando em sua morte e ferimentos em outras três pessoas. O acidente ocorreu na manhã da última sexta-feira, na Estrada dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O jogador, que não possui mais vínculo com o Botafogo, responderá por homicídio culposo.

Familiares de Ariane realizaram um protesto nesta segunda-feira, exigindo justiça e a instalação de um radar no local do atropelamento. A irmã da vítima destacou a necessidade de responsabilização do ex-atleta, afirmando: “A gente só quer justiça pela morte da minha irmã, uma advogada excelente, uma mãe que deixa dois filhos e dois netos.” Ariane havia deixado seu filho de três anos na creche e estava a caminho do trabalho quando foi atingida.

Um laudo pericial indicou que Luan, o ex-jogador, apresentou alterações psicomotoras, mas não foram encontrados vestígios de álcool em seu organismo. Ele se recusou a fazer um exame de urina, que poderia confirmar o uso de drogas. Durante a avaliação no IML, Luan demonstrou comportamento agressivo, agredindo policiais e tentando pegar a arma de um deles, o que resultou em sua prisão em flagrante. Após pagar fiança de R$ 3 mil, ele foi liberado.

Investigação em Andamento

O delegado Alan Luxardo, da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), investiga as circunstâncias do acidente. “Ele subiu a calçada e pegou as quatro vítimas. Diligências estão sendo feitas para verificar se estava em alta velocidade,” afirmou. Câmeras de segurança do local mostram que Luan estava em alta velocidade e que o sinal estava fechado para os veículos.

Ariane Carvalho da Silva deixa dois filhos e uma filha de 22 anos. A família busca justiça e a implementação de medidas de segurança na área, como a instalação de radares, para evitar novos acidentes.

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